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Tesouro do Quênia alerta que aperto orçamentário pode levar a cortes

Tesouro do Quênia alerta que custo de serviço da dívida pode levar a cortes no orçamento, com 40% de 3,63 trilhões de shillings para dívida e 27% para salários

Kenyans walk home after work during a nationwide transport strike over rising fuel prices in Nairobi on May 18.
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  • O tesouro do Quênia afirma que o aumento dos custos com o serviço da dívida pode obrigar cortes de gastos no próximo orçamento.
  • Limitações de opções fiscais e restrições de captação de recursos também pressionam o financiamento das contas públicas.
  • A meta de arrecadação é de 3,63 trilhões de xelins (aprox. 28 bilhões de dólares) para o ano fiscal que começa em julho.
  • Cerca de 40% dessa receita é destinada ao pagamento de empréstimos e 27% aos salários do governo, conforme o secretário do Tesouro, John Mbadi.
  • O cenário indica dificuldades de financiamento sob as condições atuais.

O Tesouro do Quênia avisa que o aumento dos custos de serviço da dívida, opções fiscais limitadas e restrições de tomada de empréstimos podem obrigar o governo a cortar gastos no próximo orçamento fiscal. A medida é apresentada como resposta a pressões de financiamento.

Isso ocorre em meio a planos de financiamento desafiados por dívidas elevadas e menor espaço para novas receitas. O governo busca formas de manter o equilíbrio fiscal diante de restrições de financiamento externo e interno.

O secretário do Tesouro, John Mbadi, confirmou que o orçamento verá metas de arrecadação definidas para o ano fiscal que começa em julho. O país planeja levantar 3,63 trilhões de shillings com esse objetivo, segundo Mbadi, com aproximadamente 40% destinados ao serviço da dívida e 27% a salários do funcionalismo.

Detalhes do Orçamento

  • Arrecadação prevista: 3,63 trilhões de shillings
  • Destino do montante: 40% para pagamentos da dívida, 27% para salários
  • Contexto: custos de serviço da dívida aumentam, limitando opções fiscais e espaço de borrowing

As autoridades enfatizam a necessidade de ajustes para manter a viabilidade do orçamento, sem indicar conclusões sobre cortes específicos neste momento.

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