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Agenda do dia: setor externo do Brasil e confiança do consumidor nos EUA em destaque

Brasil acompanha estatísticas do setor externo e confiança do consumidor dos EUA, com IPC-S, INCC e CST em foco nesta terça

— Foto: Northfolk/Unsplash
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  • No Brasil, sai o IPC-S Capitais da terceira quadrissemana de maio às oito da manhã, com alta de 0,66% na segunda quadrissemana e acumulando 4,17% nos últimos doze meses; Salvador teve a maior variação e Brasília a menor, influenciadas por tarifas de eletricidade e passagem aérea, respectivamente.
  • Também às oito, o INCC-M de maio indica alta de 1,04% em abril, levando o acumulado em doze meses a 6,28%.
  • Às oito, a Sondagem Conjuntural do Setor da Construção de maio aponta recuo do ICST para 92,6 pontos, menor nível desde março de 2022, com queda tanto no ISA-CST quanto nas expectativas.
  • O Banco Central divulga a Nota do Setor Externo de abril, mostrando déficit em transações correntes de 6,0 bilhões de dólares em março e saldo negativo consolidado em doze meses de 2,71% do PIB; a balança de bens foi superavitária em 5,6 bilhões de dólares.
  • Nos EUA, o Conference Board revela o índice de confiança do consumidor de maio; também há divulgação do S&P/Case-Shiller de março e do FHFA sobre preços de imóveis, com expectativa de alta para os dois índices.

No Brasil, o dia reserva anúncios econômicos relevantes. O foco está no setor externo de abril, com expectativas de números que impactam a balança e investimentos. Nos EUA, o índice de confiança do consumidor de maio é monitorado pelas autoridades e pelo mercado.

Na agenda econômica do Brasil, a Fundação Getulio Vargas divulga o IPC-S Capitais da terceira quadrissemana de maio às 8h. Salvador lidera a variação, influenciada pela tarifa de eletricidade. Brasília registra menor inflação entre as capitais, puxada pela passagem aérea.

Às 8h também é divulgado o INCC-M de maio, com alta de 1,04% em abril e 6,28% em 12 meses. O setor de Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 1,35% em abril, enquanto a mão de obra subiu 0,61%. Todas as capitais acompanharam a taxa do mês.

Ainda no radar, a Sondagem da Construção de maio aponta queda de 1,0 ponto no ICST, para 92,6. ISA-CST recua para 91,7 e IE-CST cai para 93,7, com perspectivas menos favoráveis para os próximos meses.

O Banco Central anunciaria a Nota do Setor Externo de abril, com déficit em transações correntes de US$ 6,0 bilhões em março. A balança de bens teve superávit de US$ 5,6 bilhões, e o déficit em serviços atingiu US$ 4,8 bilhões.

Às 11h, o Tesouro realiza leilão tradicional de LFT e NTN-B, com vencimentos diversos. A liquidação ocorre na quarta-feira.

Nos Estados Unidos, o Fed de Chicago divulga o índice de atividade nacional de abril às 9h30, com expectativa de leitura próxima a zero. O S&P/Case-Shiller de março traz alta esperada de 0,5% no mês e 0,9% em 12 meses, às 10h.

Às 10h, a FHFA divulga o índice de preços de imóveis dos EUA em março, com previsão de variação de 0,1% mensal e 1,8% anual. O Conference Board publica o índice de confiança do consumidor de maio às 11h, com expectativa de 92 pontos.

Mais cedo, o Dallas Fed divulga o índice de manufatura de maio, com expectativa de -1,0. Às 14h, ocorre leilão de T-notes de 2 anos pelo Tesouro dos EUA.

Na China, o NBS informa os lucros totais da indústria de abril às 22h30 (horário de Brasília), com expectativa de alta de 12,0%. Em março, os lucros haviam avançado 15,5%.

O presidente Lula participa de compromissos no Amazonas: às 9h30, cerimônia de investimentos no estado; às 12h, inaugura o Estaleiro Juruá com anúncios de infraestrutura, energia e logística.

No Senado, votações previstas para hoje incluem piso para professores da educação básica e benefícios tributários a entidades filantrópicas, além de projetos de lei sobre proteção social e combate à violência.

Comissões do Senado discutem patinetes elétricos, financiamento a produtores rurais e combate à lavagem de dinheiro, em sessões pela manhã.

Na Câmara, o plenário vota projetos de lei que criam o Profert e ampliam imunidade tributária para igrejas e entidades de assistência social.

O ministro da Fazenda tem agenda no início da manhã, com reuniões e entrevista ao Valor Econômico. O presidente do BC participa de reuniões do Comef em Brasília, com encontros institucionais.

O diretor do BC participa de recepção do FMI, ligada à missão do Artigo IV. Mercadante participa da abertura do III Fórum Nacional sobre Proteção Integrada de Fronteiras, no Rio de Janeiro.

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