- A Azul informou que suas ações ordinárias (AZUL3) e as American Depositary Shares (ADS, cada uma representando duas ações) terão listagem aprovada na Nyse American, bolsa de Nova York para médias empresas.
- A listagem das ADS ocorrerá em 1º de junho de 2026, com negociação sob o código “AZUL” a partir da abertura do mercado; as ADSs deixarão de ser cotadas nos OTC Markets.
- As ações ordinárias continuarão listadas e negociadas na B3.
- Segundo a Azul, não há necessidade de os atuais titulares tomarem providências devido à listagem na Nyse American.
- A empresa afirma manter o plano de uplist para a New York Stock Exchange no início de julho de 2026, quando espera atender aos requisitos de listagem.
A Azul informou nesta terça-feira 26 que suas ações ordinárias, AZUL3, e as American Depositary Shares (ADS), representando duas ações ordinárias cada, tiveram a listagem aprovada na Nyse American, bolsa de valores de Nova York para empresas de médio porte. A mudança não afetará a listagem na B3.
A Nyse American é controlada pelo Nyse Group, o mesmo grupo da NYSE. A listagem das ADS ocorrerá em 1º de junho de 2026, com início de negociação na Nyse American sob o código AZUL a partir da abertura do mercado. As ADSs deixarão de ser cotadas nos OTC Markets.
As ações ordinárias da Azul permanecerão listadas e negociadas na B3. Segundo a empresa, os atuais titulares de ações ordinárias e de ADSs não precisam adotar providências em decorrência da listagem na Nyse American. A Azul mantém o objetivo de uplistar para a NYSE no início de julho de 2026, desde que cumpram os requisitos.
Detalhes da listagem e próximos passos
A empresa destaca que a transição para a Nyse American marca um marco financeiro após o processo de reestruturação. O objetivo é atender aos requisitos de listagem para a New York Stock Exchange, com expectativa de conclusão no começo do segundo semestre de 2026.
John Rodgerson, CEO da Azul, afirmou em comunicado ao mercado que a mudança reforça a posição financeira da companhia e sustenta o plano de uplisting.
A operação não implica ações adicionais para investidores atuais, e não há necessidade de alterações na custódia das ações.
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