- A Boeing informou perspectivas otimistas para este ano e o próximo, com aumento da produção do 737 Max para 47 jatos por mês após a revisão com a FAA.
- A certificação dos modelos 737 Max 7 e 10 e do 777X está em estágios finais de teste de voo.
- As entregas do 787 Dreamliner enfrentam gargalos devido à certificação de assentos e ao fornecimento de motores pela GE Aerospace.
- A empresa espera benefício com maiores gastos de defesa.
A Boeing informou aos investidores que vê um ano mais favorável pela frente, com aumento da produção do 737 Max e avanços em certificações de modelos atrasados. A empresa destacou que concluiu uma revisão-capstone com a FAA para elevar a produção do 737 Max a 47 jatos por mês, um passo importante para melhorar rentabilidade e fluxo de caixa. As declarações foram feitas por Kelly Ortberg na Bernstein Strategic Decisions Conference.
Ortberg mencionou que o 737 Max está em estágios finais de voos de certificação para as variantes Max 7 e Max 10, além do intercontinental 777X. Ele apontou, porém, gargalos na certificação de assentos e no fornecimento de motores da GE Aerospace para o 787 Dreamliner, o que pode atrasar entregas.
A reunião de investidores também destacou a expectativa de ganhos a partir de gastos de defesa, segundo a interpretação de Ortberg durante o evento. A Boeing segue monitorando o cronograma de certificação e produção enquanto avança com as entregas dos seus modelos atuais.
Desdobramentos na produção e certificações
- O aumento da produção do 737 Max, para 47 jatos/mês, é visto como fundamental para a melhoria de margem.
- Gargalos de cadeia, como assentos e motores do 787, ainda podem impactar prazos de entrega.
- As negociações com o setor de defesa podem representar impulso adicional de receita no curto prazo.
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