- O Brasil ficou em 58º lugar, entre 69 nações, no ranking global de competitividade elaborado pelo Institute for Management Development (IMD) em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC).
- Fatores históricos como complexidade tributária, infraestrutura deficiente, burocracia elevada e custo de capital elevam a dificuldade de fazer negócios, somados às incertezas globais.
- A taxa de investimento do Brasil em 2025 ficou em 16,8%, apontando para a falta de reformas estruturais de longo prazo.
- Especialistas vão debater soluções para os primeiros 24 meses do próximo governo no ciclo Brasil Adiante, promovido pelo Estadão, antes das eleições de outubro.
O Brasil enfrenta dificuldades históricas que afetam o ambiente para negócios, como tributação complexa, infraestrutura inadequada e burocracia elevada. Desafios externos, como incerteza global, passam a ampliar esse cenário para o próximo governo.
Especialistas apontam que o custo de capital, mão de obra qualificada e produtividade estão entre os piores em rankings internacionais, agravando a atratividade de investimentos. O país encerrou 2025 com taxa de investimento de 16,8%.
O debate sobre reformas estruturais é tema central de debates promovidos pelo Estadão, antes das eleições de outubro, buscando uma agenda prática para os primeiros 24 meses de gestão.
Entre fatores citados, aparecem choques recentes, como pandemia, guerra e políticas econômicas de outros países, que elevam a incerteza e freiam decisões de investimento no Brasil.
Jorge Arbache ressalta mudanças em políticas de emissões na União Europeia e no Ira, destacando como ajustes abruptos afetam planos de investimento já anunciados. O ambiente global influencia o planejamento local.
David Kallás enfatiza que ciclos inflacionários e eventos geopolíticos criam um modelo de incerteza, levando empresas a adiar projetos significativos até melhor clareza econômica.
Essas dinâmicas reforçam a necessidade de respostas rápidas e concretas para melhorar o cenário de negócios, incluindo previsibilidade regulatória, infraestrutura e custo de capital competitivo.
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