- A confiança do consumidor dos EUA caiu em maio, com o índice em 93,1 pontos, ante 93,8 pontos revisados de abril.
- A queda foi de 0,7 ponto em relação ao mês anterior.
- Economistas ouvidos pela Reuters previam queda menor, para 92,0 pontos.
- A pesquisa aponta que a piora inflacionária associada à guerra no Oriente Médio pesou sobre as expectativas dos consumidores, apesar de melhora na visão sobre o mercado de trabalho.
- Dana Peterson, economista-chefe do Conference Board, disse que as referências a preços, petróleo e gás aumentaram pela segunda vez consecutiva, enquanto menções à guerra e geopolítica permaneceram elevadas.
O índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu em maio, conforme a intensificação das pressões inflacionárias associadas à guerra no Oriente Médio. O principal indicador do Conference Board mostrou menor confiança entre os consumidores frente a abril.
O levantamento aponta queda de 0,7 ponto, para 93,1 neste mês. A leitura de abril foi revisada para cima, de 92,8 para 93,8. Economistas consultados pela agência previram recuo menor, para cerca de 92,0.
Dana Peterson, economista-chefe do Conference Board, explicou que a confiança recuou em meio a impressão de inflação ligada ao conflito. O estudo registrou aumento de referências a preços de petróleo e gás, com menções à guerra e à geopolítica mantendo-se elevadas.
Segundo o relatório, preocupações inflacionárias persistem entre os consumidores, ainda que haja melhoria na percepção sobre o mercado de trabalho. Em maio, as informações sobre emprego contribuíram para sustentar parcialmente o otimismo, apesar do recuo do sentimento geral.
A divulgação ressalta que o efeito do conflito no Oriente Médio sobre preços de energia continua influenciando as decisões de consumo, sobretudo em gastos discricionários. A leitura completa ajuda a entender a dinâmica entre inflação, geopolítica e confiança do consumidor.
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