- A Didit levou US$ 7,5 milhões em rodada de financiamento, com participação de investidores como Y Combinator, Rebel Fund, Pioneer, Orange Collective, Founders Future e Phoshopr Capital.
- A startup pretende ser a “Stripe da identidade digital”, oferecendo uma plataforma que pode ser testada gratuitamente (as primeiras 500 valiações do mês não têm custo) e é acessada principalmente por meio de desenvolvedores.
- Dois irmãos gêmeos espanhóis, Alberto e Alejandro Rosas, são os fundadores. Eles já venderam a antiga empresa Gamiumcorp em 2021 antes de criar a Didit, em 2023.
- A Didit atua em dezenas de países, com o maior mercado nos Estados Unidos (20% da receita); pretende abrir escritório no Brasil e contratar time local nos próximos meses.
- Concorrentes nos EUA incluem Persona, Socure e Jumio; no Brasil, Unico e Idwall são os principais rivais. A Didit busca oferecer solução aberta, global, flexível e a baixo custo para verificação de identidade e prevenção a fraudes.
A Didit busca se tornar a Stripe da identidade digital, oferecendo uma infraestrutura para validação de identidades. A startup, criada há dois anos no Vale do Silício, fechou uma rodada de US$ 7,5 milhões com investidores norte-americanos.
Os financiadores incluem Y Combinator, Rebel Fund, Pioneer, Orange Collective, Founders Future e Phoshopr Capital. A participação de SaaSholic, primeira investidora, foi mantida, duplicando a aposta na rodada. Felipe Lamounier, da Hyperplane, também integrou o grupo.
Os fundadores Alberto e Alejandro Rosas são irmãos gêmeos espanhóis que já venderam uma startup anterior, a Gamiumcorp, e nasceram da ideia de enfrentar fraudes crescentes no ambiente digital por meio de verificação de identidade.
Detalhes da rodada e modelo de negócio
A Didit aposta em um modelo de negócios aberto, com testes gratuitos: as primeiras 500 validações do mês são gratuitas. A empresa atua principalmente ao alcance de desenvolvedores, com poucos vendedores de enterprise no time.
Ao comparar o funcionamento com a Stripe, os Rosas destacam que a Didit oferece uma infraestrutura global, de fácil integração e menos cara. A estratégia é atrair clientes por meio de APIs amigáveis aos desenvolvedores.
Mercado e alcance global
A Didit opera em dezenas de países, com a plataforma disponível em 10 idiomas. Os Estados Unidos respondem por cerca de 20% da receita, seguido pelo Brasil, onde a empresa planeja abrir escritório e ampliar equipe local nos próximos meses.
Além de EUA e Brasil, a Didit atua no Japão, Canadá, Austrália e diversos países da Europa. Entre os concorrentes estão grandes nomes nacionais e internacionais, como Unico e Idwall no Brasil e plataformas como Persona, Socure e Jumio nos EUA.
Foco e perspectivas
Segundo os fundadores, a verificação de identidade é vista como um dos maiores desafios da internet, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. A Didit pretende atender a fintechs, cripto, marketplaces e demais plataformas que enfrentam fraudes e chargebacks.
A ideia é oferecer uma solução de detecção e validação que permita aos desenvolvedores integrar rapidamente, sem depender de equipes de vendas extensas ou implementações onerosas.
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