- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a reunião no STF com a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a AGU, o BRB, o BC e outras instituições definiu parâmetros para uma conciliação ainda neste mês.
- Durigan destacou que a situação do BRB é grave e que as investigações vão continuar, mas é preciso um compromisso em operações de crédito e nos compromissos fiscais para corrigir erros e melhorar a situação.
- Os parâmetros preveem uma operação de crédito a ser tomada pelo Governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Créditos, com contragarantias de um sindicato de bancos, públicos e privados.
- O ministro solicitou ao ministro Fuchs que recursos recuperados das investigações sejam utilizados para ressarcir e recompor os cofres do GDF e do BRB.
- O Distrito Federal precisa de aproximadamente R$ 6,6 bilhões para cobrir prejuízos do Banco Master; a autorização foi barrada por risco classificado Capag, e um novo encontro está marcado para quinta-feira no STF.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participou de uma reunião no STF em Brasília para alinhar parâmetros visando a conciliação sobre o BRB. Estiveram presentes a governadora do DF, Celina Leão, a AGU, o BC e representantes do BRB, entre outros.
Durigan afirmou que a situação do BRB é grave e as investigações continuarão. Ele destacou a necessidade de compromisso com operações de crédito e compromissos fiscais para corrigir erros e melhorar a situação do DF e do BRB.
Entre os encaminhamentos, o ministro mencionou uma operação de crédito do GDF com o Fundo Garantidor de Crédito, com aval de um sindicato de bancos públicos e privados. Haverá contragarantias financiadas pelo DF.
Ele também pediu ao ministro Fux que eventuais recursos recuperados em investigações atuem para ressarcir o patrimônio do GDF e do BRB, assegurando o interesse público do DF. A defesa da continuidade do serviço público foi enfatizada.
Durigan ressaltou a importância do BRB para a população do Distrito Federal e a necessidade de um acordo rápido. Um novo encontro está marcado para quinta-feira, no STF, com participação reiterada de BC, AGU, DF e BRB.
Contexto financeiro
O DF busca um empréstimo de cerca de 6,6 bilhões de reais para cobrir prejuízos do Banco Master, liderado por Daniel Vorcaro, hoje preso em Brasília. A autorização foi barrada pela avaliação de risco Capag, classificada como inadequada no momento.
Vorcaro negocia delação premiada junto a investigadores. A situação envolve repercussões financeiras para o BRB e para o Tesouro do DF, que dependem de uma solução rápida para evitar impactos aos serviços à população.
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