- A Ferrari apresentou Luce, seu primeiro carro elétrico, com 1.050 cv no modo boost e preço de R$ 3,5 milhões.
- A repercussão negativa nas redes provocou queda de 7,8% nas ações da Ferrari, com queda de 6,4% na terça-feira em relação ao dia anterior. A empresa é avaliada em cerca de US$ 57 bilhões.
- Internacionalmente, internautas criticaram o visual, comparando-o a um iPhone, enquanto o interior teve participação de um ex-desenvolvedor da Apple.
- A cúpula da Ferrari mantém discurso de liderança futura, com o presidente-executivo John Elkann afirmando que a Luce é uma decisão deliberada de avançar.
- Especificações apontam dois propulsores dianteiros (286 cv) e dois traseiros (843 cv), totalizando 1.050 cv; aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 s; carroceria com materiais translúcidos e estruturas vazadas; painel com estética dos anos setenta e telas grandes, assinado por Jony Ive.
A Ferrari viveu uma reação global ao revelar sua primeira linha de carros elétricos. O modelo Luce, com 1.050 cv, gerou críticas ao visual nas redes, repercutindo na semana de lançamento. A queda inicial foi de 7,8% nas ações da empresa.
Na sequência, as ações registraram leve reação na terça-feira (26), ainda com 6,4% de queda em relação ao patamar habitual. A Ferrari é avaliada em cerca de US$ 57 bilhões no mercado, após a repercussão do lançamento.
A controvérsia não se limitou ao Brasil. Comentários nas redes internacionais brincaram com o design, comparando a Luce a um smartphone, e houve críticas como “a Ferrari mais feia já feita”. A marca confirmou que o interior tem um toque assinado por um ex-diretor da Apple.
O que a Ferrari Luce oferece
A Luce custa cerca de R$ 3,5 milhões na conversão direta. O conjunto tem dois propulsores no eixo dianteiro (286 cv) e dois no traseiro (843 cv). Em modo boost, chega a 1.050 cv.
A carroceria utiliza materiais translúcidos e estruturas vazadas, buscando mostrar a “alma da máquina”. O interior aposta no estilo nostálgico dos anos 70, com telas modernas. O projeto foi assinado por Jony Ive, conhecido por trabalhos na Apple.
A diretoria da Ferrari manteve posição firme. O presidente executivo John Elkann afirmou que a Luce não é uma resposta à mudança, sendo uma decisão para liderar o que vem a seguir. A avaliação pública ainda é tida como incerta pela imprensa especializada.
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