- Ofgem anunciará, em julho, o novo teto de preço de energia para tarifas variáveis na Inglaterra, Escócia e País de Gales, com alta prevista em torno de treze por cento.
- Um lar típico pagará cerca de £ 209 a mais por ano, elevando a conta a £ 1.850.
- O reajuste acompanha o aumento dos custos de grosso causado pela guerra no Irã e pelo fechamento efetivo do Estreito de Hormuz; o teto de julho a setembro já considera um acréscimo de 25% no preço global do gás.
- O preço no atacado representa cerca de quarenta por cento da fatura de gás e eletricidade; algumas fornecedoras já preveem possíveis reajustes até o outono, com o governo estudando apoio direcionado aos mais vulneráveis.
- As contas já estão em torno de £ 600 a mais por ano em relação ao choque de preços de 2022-23; medidas de economia, como reduzir uso de aquecimento, são incentivadas para mitigar o impacto.
A partir de julho, as contas de energia das famílias no Reino Unido devem subir consideravelmente, impulsionadas pelos custos no atacado causados pelo conflito no Irã. Ofgem divulgará, nesta quarta-feira, o novo teto de tarifas para milhões de domicílios com contratos variáveis na Inglaterra, Escócia e País de Gales.
Analistas estimam um aumento de cerca de 13% no teto atual. Com isso, uma residência que consome gás e eletricidade de forma típica pagaria cerca de £ 209 a mais por ano, elevando a fatura anual para aproximadamente £ 1.850.
O anúncio coincide com uma onda de calor histórica no país, mas especialistas ressaltam que medidas de economia podem reduzir os custos no restante do ano. O teto é revisado a cada três meses, e a variação de julho a setembro refletirá o reajuste de 25% no preço global do gás.
Contexto de mercado e respostas oficiais
O preço no atacado representa cerca de 40% da conta de energia de cada residência. Várias empresas afirmam que as tarifas podem subir ainda mais no outono e no inverno. O governo trabalha em planos de apoio direcionado aos mais vulneráveis antes de o frio aumentar a demanda.
Desdobramentos e medidas de economia
Um consumidor típico já paga cerca de £ 600 a mais por ano em relação ao choque de preços de 2022-23. Entidades do setor reconhecem que muitos clientes enfrentam dificuldades para pagar, com inadimplência alta em alguns casos.
Ações de órgãos e consumidores
A Energy UK destacou que, apesar das dificuldades, as fornecedoras oferecem planos de reescalonamento de dívidas e pausas em pagamentos como parte de medidas de suporte. Especialistas apontam que reduzir hábitos de consumo pode ajudar a diminuir as faturas, especialmente durante períodos de calor intenso.
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