- O prazo para declarar o IR 2026 termina na sexta-feira, 29 de maio de 2026, e golpistas exploram a urgência para obter dados e credenciais.
- Golpes comuns incluem páginas falsas que imitam plataformas oficiais para coleta de informações e golpes por IA que parecem mensagens oficiais.
- Mensagens sobre malha fina, promessas de restituição ou cobranças/inquirições falsas também são usadas para induzir vítimas a fornecer dados ou pagar.
- Proteja-se usando apenas canais oficiais (portal e-CAC, aplicativo da Receita Federal), habilitando autenticação em dois fatores e evitando links duvidosos.
- Dicas adicionais: não compartilhe dados com desconhecidos, desconfie de mensagens com urgência e verifique sempre a autenticidade das comunicações nos canais oficiais.
Com a aproximação do prazo final para a declaração do Imposto de Renda 2026, criminosos intensificam golpes digitais no Brasil. A pressa dos contribuintes que ainda não entregaram a declaração cria um ambiente propício para fraudes, com uso potencial de inteligência artificial para tornar golpes mais convincentes.
A reportagem apurada pelo portal destaca que golpistas atuam explorando a ansiedade pelo fim do prazo, marcado para sexta-feira (29 de maio de 2026). A Receita Federal tem registrado, até 26 de maio, 33,5 milhões de declarações recebidas. Especialistas apontam que a IA amplia a capacidade de enganar pessoas com linguagem e visual semelhantes aos canais oficiais.
A partir de informações de especialistas, o cenário envolve páginas falsas que imitam plataformas oficiais, mensagens sobre malha fina, promessas de restituição e cobranças indevidas. As ações são disseminadas por e-mail, SMS e aplicativos de mensagens, a partir de identidades falsas que simulam contatos oficiais.
Golpes mais comuns na reta final
Páginas falsas de plataformas oficiais tentam capturar dados ao simular o portal de declaração. A urgência pode dificultar a checagem de URLs, aumentando o risco de inserir informações sensíveis em páginas enganosas.
Mensagens sobre malha fina, muitas vezes criadas com IA, se passam pela Receita Federal. O objetivo é induzir o contribuinte a entregar dados ou realizar pagamentos para regularizar uma suposta situação.
Promessas de restituição aparecem como iscas para obter dados confidenciais. Conteúdos sensacionalistas pressionam o usuário a agir rapidamente, sob risco de perda financeira.
Cobranças indevidas ou alertas de pendências também aparecem com tom de urgência. Frases como regularize a situação imediatamente costumam levar a pagamentos não autorizados.
Como se proteger
Para reduzir riscos, utilize apenas canais oficiais como o portal e-CAC e o aplicativo da Receita Federal, sempre em ambientes autenticados. Ative a autenticação em dois fatores e desconfie de links desconhecidos.
Desconfie de mensagens não solicitadas e de conteúdos que gerem pressa. Não compartilhe dados pessoais ou financeiros com desconhecidos e não realize pagamentos sem confirmar a origem da cobrança.
A recomendação é manter a vigilância digital ao longo de todo o processo. Caso haja dúvidas, procure apenas canais oficiais para verificar restituição, pendências ou qualquer comunicado relacionado ao IR.
Com informações de especialistas em segurança cibernética e de fontes oficiais, destaca-se a importância de uma cultura de desconfiança digital para preservar a integridade das operações públicas digitais.
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