- No primeiro trimestre de 2026, o Minha Casa, Minha Vida respondeu por 50% dos lançamentos e 49% das vendas de unidades residenciais no país.
- Foram lançadas 48.648 unidades pelo programa, queda de 10% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as vendas do programa cresceram 10%, totalizando 54.510 unidades.
- No conjunto do mercado, foram 97.202 lançamentos (-4,9%) e 110.722 vendas (+4,1%).
- Região Norte teve maior peso relativo nos lançamentos do programa, com 83% do total; em números absolutos, o Sudeste liderou com 26.877 unidades lançadas.
- Nas vendas, o Sudeste ficou com 31.537 unidades; o Norte teve participação de 76% nas vendas regionais, seguidas por 56% no Sudeste, 52% no Nordeste, 34% no Centro-Oeste e 29% no Sul.
O Minha Casa, Minha Vida respondeu por metade dos lançamentos e por quase metade das vendas de unidades residenciais no 1º trimestre de 2026, segundo estudo da Brain Inteligência Estratégica divulgado pela CBIC. O período analisado abrange janeiro a março. O total de lançamentos nacionais foi de 97.202, com vendas de 110.722 unidades.
No 1º trimestre, o programa lançou 48.648 unidades, queda de 10% frente ao 1T2025. Mesmo assim, as vendas do programa cresceram 10% na mesma comparação, somando 54.510 unidades. O desempenho de todo o mercado mostrou 97.202 lançamentos e 110.722 vendas.
Desempenho regional
O Norte teve o maior peso relativo, respondendo por 83% das unidades lançadas na região. Em números absolutos, o Sudeste liderou os lançamentos com 26.877 unidades. Nordeste registrou 12.704 lançamentos (64% do regional). Centro-Oeste somou 3.236 (48%), Sul 3.223 (18%).
Nas vendas, o Sudeste foi também o maior volume, com 31.537 unidades vendidas, seguido do Nordeste com 11.540 e do Sul com 6.717. O Norte respondeu por 76% das vendas na região, seguido pelo Sudeste com 56% e Nordeste com 52%.
Intenção de compra e contexto
Entre os entrevistados, 49% recebidos com intenção de comprar nos 24 meses seguintes. Desses, 35% já planejam comprar, 9% buscam pela internet e 5% visitam imóveis presencialmente. Motivos apontados incluem 38% desejando sair do aluguel.
A leitura do estudo acompanha o fim do trimestre anterior a mudanças recentes no programa, que ampliaram limites de renda e valor dos imóveis financiáveis. A percepção de demanda permanece estável, com foco em unidades residenciais para moradia.
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