- Dow Jones fechou em queda de 0,23%, aos 50.461,68 pontos; S&P 500 subiu 0,61% e atingiu 7.519,12 pontos; Nasdaq avançou 1,19%, para 26.656,18 pontos.
- Nasdaq e S&P 500 renovaram máximas de fechamento nesta terça, sustentados pelo setor de tecnologia, mesmo com aumento na percepção de risco no Oriente Médio.
- Setor de tecnologia ganhou 1,69% com destaque para Micron, alta de 19,29% e valorização a US$ 1 trilhão em valor de mercado; UBS elevou o preço-alvo da fabricante de chips para US$ 1.625.
- O Brent voltou a ficar perto de US$ 100 por barril, refletindo novas ofensivas americanas e a fragilidade do cessar-fogo entre EUA e Irã.
- Deutsche Bank indica maior risco de aumento da taxa de juros, mantendo cenário-base de manutenção por enquanto, com sinais de recalibração das diretrizes para refletir riscos bilaterais.
O Dow Jones caiu 0,23%, fechando aos 50.461,68 pontos, enquanto S&P 500 subiu 0,61% e terminou aos 7.519,12 pontos e o Nasdaq avançou 1,19%, aos 26.656,18 pontos. O movimento ocorreu nesta terça-feira (26) em Nova York, com comportamento dividido entre índices.
Apesar do aumento da percepção de risco envolvendo o Oriente Médio, o Nasdaq e o S&P 500 registraram máximas de fechamento, sustentados pelo impulso do setor de tecnologia. A fragilidade do cessar-fogo entre EUA e Irã foi reavaliada após novas ofensivas, e o petróleo Brent aproximou-se de US$ 100 o barril.
Tecnologia impulsiona ganhos
O setor de tecnologia teve o maior ganho da sessão, subindo 1,69%. A Micron foi o destaque, com alta de 19,29% e valorização de mercado acima de US$ 1 trilhão, após a elevação expressiva do preço-alvo pelo UBS, que subiu para US$ 1.625, refletindo o impacto do boom da IA no mercado de memória.
Entre outras notícias, o mercado acompanha o tom de demanda por energia, com altas nos preços do petróleo e pressões inflacionárias que pesam sobre decisões de política monetária. Analistas avaliam cenários de juros com maior atenção aos riscos macroeconômicos globais.
Riscos e cenário macro
O Deutsche Bank mantém a leitura de que há riscos maiores de alta da taxa de juros, mesmo com cenário-base de manutenção por tempo indefinido. A instituição aponta que a pressão para ajustar diretrizes reflete riscos bilaterais no cenário atual.
Táticas de traders seguem monitorando os movimentos de energia e inflação, bem como declarações de autoridades sobre possível normalização de políticas. O mercado busca clareza sobre futuros de juros e impactos para ações de tecnologia e demais setores.
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