- Entre janeiro e abril de 2026, o preço dos alimentos subiu 4,5%, acima da inflação oficial de 2,3%.
- As maiores altas foram tomate (+25%), batata (+20%), cebola (+18%), feijão (+15%) e arroz (+12%).
- Banana caiu 5%, maçã subiu 1% e leite avançou 2%.
- Especialistas apontam fatores climáticos, como seca e geadas, além de aumento de transporte e insumos.
- Para economizar, consumidores devem usar alimentos da estação, planejar compras e evitar desperdícios.
Entre janeiro e abril de 2026, o preço dos alimentos subiu 4,5%, acima da inflação geral, segundo o IBGE. O IPCA registrou alta de 2,3% no mesmo período. A variação média de alimentos ficou acima da inflação oficial.
Os itens que mais encareceram foram o tomate (+25%), a batata (+20%) e a cebola (+18%). Feijão subiu 15% e arroz, 12%, pressionando o orçamento das famílias brasileiras.
- Banana caiu 5%, enquanto maçã subiu 1% e leite, 2%. Esses movimentos mostram soma de ajustes entre alta e queda em diferentes produtos.
Causas e desdobramentos
Especialistas apontam fatores climáticos, como seca e geadas, como responsáveis pela elevação da produção de certos itens. Também pesam o aumento do custo de transporte e insumos na cadeia.
Para o consumidor, orienta-se buscar alimentos da estação, planejar compras e evitar desperdícios. O efeito agregado reduz o poder de compra e alimenta a preocupação com a inflação de alimentos.
Perspectiva e ações
A tendência, segundo especialistas, é de continuidade de pressões sobre preços no curto prazo, diante de condições climáticas adversas e custos de produção. Consumidores devem monitorar variações e ajustar o orçamento doméstico.
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