Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Boeing recebe aprovação para ampliar produção do 737 Max para 47 unidades/mês

A Administração Federal de Aviação aprovou o aumento da produção do Boeing 737 Max para 47 unidades por mês, ritmo que será atingido nos próximos meses

Planta de ensamblaje del Boeing 737 MAX en Renton, Washington
0:00
Carregando...
0:00
  • A FAA autorizou a Boeing a aumentar a produção do 737 Max para 47 unidades por mês, cinco a mais que o teto atual, com implementação nos próximos meses.
  • Até abril, a empresa entregou 190 aeronaves comerciais, sendo 147 do modelo 737 Max; o total de pedidos desse modelo soma 157.
  • A meta de entregas para 2026 continua próxima de 660 unidades, cerca de 10% a mais que em 2025.
  • No primeiro trimestre, a Boeing reduziu em 77% o prejuízo líquido, para 7 milhões de dólares, impulsionada pelo crescimento de entregas e calendário de pedidos.
  • Em viagem à China com o presidente Donald Trump, a Boeing assegurou um compromisso de compra de 200 aeronaves pelo país, a primeira grande encomenda de jatos fabricados nos EUA para a China em quase uma década.

Boeing recebeu sinal verde da Administração Federal de Aviação (FAA) para elevar a produção do 737 Max para 47 unidades por mês, cinco a mais que o teto atual. A meta será atingida nos próximos meses, segundo anúncio feito pela empresa.

O presidente e diretor- executivo, Kelly Ortberg, fez o anúncio durante a Conferência de Decisões Estratégicas de Bernstein. A empresa ressaltou que a melhoria ocorre após a FAA impor um limite de 38 aeronaves por mês em 2024, por causa de um incidente com o painel em pleno voo.

Até abril, a Boeing havia entregado 190 aviões comerciais no ano, dos quais 147 eram do modelo 737 Max. Em termos de pedidos, o 737 Max soma 157 encomendas, representando mais da metade do total da carteira.

Pedido de 200 aeronaves na China

Ortberg também comentou uma viagem recente à China, acompanhando o presidente dos EUA, Donald Trump, em que foi fechada a compra de 200 aviões Boeing pelo país asiático. O acordo é visto como um impulso ao mercado de aeronaves de fuselagem estreita.

O CEO classificou o acordo como um “grande feito” para reabrir o mercado chinês. O objetivo é ampliar as entregas e reforçar a presença da Boeing em uma das maiores frotas mundiais de aeronaves.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais