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Empresa britânica de bebidas será liquidada após venda de vinho não registrado

Liquidação de empresa de bebidas no Reino Unido após venda de vinho fora dos registros; HMRC indica 9,700 caixas e debate se atitude foi deliberada ou desonesta

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  • A New Claire Wine, atacadista de Londres, foi liquidada em 19 de maio após investigação da HMRC sobre discrepâncias graves no estoque.
  • A autoridade fiscal identificou a compra de mais de 9.700 caixas de vinho “off the books” e omissões significativas em registros, com vendas fora de registro desviadas aos dois diretores como adiantamentos.
  • A HMRC abriu uma cobrança retroativa de £427.310,00, cuja decisão inicial foi mantida após recurso da empresa ser rejeitado em tribunal.
  • O caso envolve um debate sobre intenção, questionando se omissões deliberadas equivalem a desonestidade, segundo a HMRC.
  • A segunda instância manteve o parecer de que as imprecisões foram deliberadas ou descuidadas, não necessariamente desonestas, sem exigir alegação de desonestidade.
  • Diretores da New Claire Wine: Bhim Bhattachan e Kul Bahadur Paudel.

New Claire Wine, empresa de wine wholesale, será liquidada após uma apuração da HMRC sobre compras não registradas de vinhos. A empresa, em sul de Londres, tinha mais de 9.700 caixas compradas “off the books” e discrepâncias no estoque.

A investigação revelou omissões significativas em registros e vendas não declaradas, com adiantamentos desviados aos dois diretores. A liquidação foi decretada em 19 de maio, após o inquérito fiscal. A HMRC abriu um processo de tributos retroativos.

A HMRC informou ter cobrado 427.310 libras em impostos atrasados. A empresa contestou, mas o tribunal decidiu que as irregularidades contábeis foram deliberadas, não apenas falhas de registro.

Deliberate Vs dishonest

A HMRC tratou as vendas omitidas como recursos desviados pelos diretores Bhim Bhattachan e Kul Bahadur Paudel. Os tribunais discutem se a omissão configura intenção de enganar ou apenas erro administrativo.

A defesa argumenta que a primeira instância errou ao exigir a dishonesty como condição, o que alteraria salvaguardas legais. O caso continua em debate sobre a diferença entre ato deliberado e conduta desonesta.

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