- Luke Gebb, chefe de inovação global da American Express, lidera o Amex Digital Labs, hub de inovação que desenvolve novos produtos digitais para clientes do cartão.
- Gebb lista quatro práticas para inovadores em uma era de IA: continuar aprendendo, mergulhar em tecnologia, aceitar falhas e construir parcerias.
- A atuação envolve produzir com IA avançada (IA gerativa e comércio agentico) e promover adoção tecnológica por toda a instituição.
- As ações atuais focam em três frentes: pagamentos com IA, estímulo a ofertas e reservas quando modelos de IA são usados e experiências proprietárias no app e no site para conversar com agentes sobre serviços e produtos.
- O objetivo é criar base para o futuro do comércio agentico, com lançamentos como o Amex Agentic Commerce Experiences Developer Kit e proteção de compras com IA, prevendo adoção gradual ao longo dos próximos anos.
Desde a Amex, o executivo Luke Gebb aponta caminhos para inovar com IA agente já em prática. Em entrevista à ZDNET, ele explica como a empresa trabalha para manter-se à frente na era da IA proativa. O foco é transformar ideias em casos de uso reais, com impacto no dia a dia dos clientes.
Gebb é chefe de inovação global da American Express e lidera o Amex Digital Labs, um centro que desenvolve novos produtos digitais para clientes do cartão. Com 25 anos na empresa, ele enfatiza a cultura de mudança constante como motor da evolução.
O executivo descreve quatro estratégias para quem quer inovar na era da IA: manter a curiosidade contínua, aprofundar o conhecimento tecnológico, aceitar o risco de falhar e formar parcerias dentro da organização.
Para colocar a inovação em prática, a equipe trabalha em três frentes. Em pagamentos, busca-se permitir que clientes utilizem agentes de IA para comprar itens com maior autonomia. Foi lançado o Amex Agentic Commerce Experiences Developer Kit, ferramenta para transações confiáveis nesse ecossistema.
Outra linha envolve tecnologias emergentes, com foco na integração de IA generativa e na experiência de compra assistida por modelos de linguagem. A ideia é tornar as ofertas e as opções de reserva acessíveis via comandos de IA.
Por fim, a Amex desenvolve experiências proprietárias no app e no site que permitem conversar com agentes sobre serviços e produtos, mirando agendar viagens, restaurantes e outros serviços de forma mais ágil.
A visão de Gebb é que as bases técnicas criadas agora sustentarão o avanço do comércio agentic nos próximos 12 meses. Ele aponta que, até 2027, o uso de IA com agentes deve ganhar ritmo entre os usuários.
Ainda sem previsões definidas sobre o ritmo da transição, o executivo ressalta que a indústria está preparando padrões, construindo bases e alinhando tecnologias para a evolução do conceito. O ponto central é estar pronto hoje para o que virá.
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