- A Fiemg informou que há pressão política para aprovar o fim da escala 6×1 na indústria de Minas Gerais, conforme manifestação do presidente Flávio Rosco nesta quarta-feira, 27 de maio.
- Rosco sustenta que a alegação de que a medida seria benéfica para a saúde dos trabalhadores não se sustenta; a escala 6×1 é prática antiga que assegura produtividade e saúde.
- Segundo o presidente da entidade, a pressão tem relação com as eleições de outubro e busca influenciar o cenário político, beneficiando interesses específicos e prejudicando a competitividade mineira.
- A Fiemg reafirmou que defenderá a manutenção da escala 6×1 e está aberta ao diálogo com governo e Legislativo para o setor.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Rosco, afirmou nesta quarta-feira, 27/5, que há pressão política para aprovar o fim da escala 6×1 na indústria mineira. A entidade vê a medida como prejudicial à produtividade e à saúde dos trabalhadores.
Rosco sustenta que a alegação de benefícios à saúde não se sustenta, pois a escala 6×1 é prática consolidada que garante organização do trabalho, além de manter a produtividade. A Fiemg recomenda manter o modelo atual.
A proximidade das eleições de outubro é apontada como pano de fundo dessa pressão, segundo o empresário. Rosco disse que há interesse político em moldar o cenário e favorecer determinados grupos, o que pode afetar a competitividade da indústria mineira.
Sobre a escala 6×1
A Fiemg reafirma a defesa da manutenção da escala 6×1, destacando sua relevância para a saúde, segurança e competitividade do setor. A entidade se coloca à disposição para dialogar com o governo e o Legislativo, buscando soluções que atendam trabalhadores e indústria.
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