- O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 terá impacto positivo no mercado, aumentando qualidade de vida, empregabilidade e oportunidades de trabalho.
- Dias participou do programa Bom Dia, Ministro, da EBC, para defender a mudança.
- Ele ressaltou que hoje 66% dos trabalhadores brasileiros já contam com a escala 5×2, o que pode se traduzir em mais benefícios com a mudança.
- Segundo o ministro, a escala 5×2 permite mais tempo com a família, participação em atividades religiosas e lazer, contribuindo para a qualidade de vida.
- A proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6×1 será discutida na comissão especial da Câmara nesta quarta-feira.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 deve trazer efeitos positivos para o mercado de trabalho. Segundo ele, a mudança promete maior qualidade de vida, melhores índices de empregabilidade e mais oportunidades de emprego.
Dias participou do programa Bom Dia, Ministro, veiculado pela EBC, para comentar a proposta. Ele lembrou que grande parte da população já trabalha em regime 5×2 e que a medida pode oficializar esse padrão, ampliando padrões de vida, com ganhos também para o consumo e a geração de vagas.
Segundo o ministro, a alteração busca atender à demanda por equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, fortalecendo a permanência de trabalhadores no mercado. A avaliação é de que, com a mudança, haja incentivo à entrada de novas pessoas no mercado formal.
A proposta de emenda à Constituição que perde a vigência da escala 6×1 voltará a ser debatida na comissão especial da Câmara nesta quarta-feira. O objetivo é discutir impactos, custos e benefícios da mudança antes de avançar para etapas legislativas seguintes.
Panorama do debate
- A PEC tramita em caráter de prioridade na Câmara para análise de impactos setoriais.
- O governo argumenta que a medida pode ampliar oportunidades, sem prejudicar a produtividade em setores relevantes.
- Analistas divergem quanto a efeitos práticos sobre horas trabalhadas e remuneração.
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