- A privatização da Copasa ficou emperrada porque propostas ficaram abaixo do preço mínimo fixado pelo governo de Minas Gerais, interrompendo a escolha do acionista de referência.
- O governo queria vender cerca de 30% da empresa, levantar cerca de R$ 9 bilhões e reduzir a participação estatal para aproximadamente 5%.
- Interessados incluíam Equatorial Energia e um grupo da Aegea Saneamento, mas nenhum aceitou o valor mínimo.
- O valuation foi alvo de críticas, levando em conta o cenário de juros altos; um novo edital deve ser lançado, possivelmente reduzindo o tamanho da oferta secundária.
- Outra opção seria seguir sem acionista de referência, mas há preocupações de governança, eficiência e o risco de não haver interessados ou de judicialização do leilão.
O governo de Minas Gerais interrompeu a privatização da Copasa depois que as propostas ficaram abaixo do preço mínimo estabelecido. A medida interrompeu a escolha do acionista de referência, etapa crucial da operação.
O objetivo era vender cerca de 30% da Copasa, levantando aproximadamente R$ 9 bilhões e reduzindo a participação estatal para cerca de 5%. Interessados incluíam a Equatorial Energia e um grupo da Aegea Saneamento, mas nenhum aceitou o valor mínimo.
O governo foi alvo de críticas pela avaliação elevada, em um cenário de juros altos. Um novo edital deve ser lançado, possivelmente com redução do tamanho da oferta secundária.
Situação atual
Uma opção é seguir sem acionista de referência, o que traz preocupações sobre governança e eficiência operacional. Também há risco de não haver interessados ou de judicialização do leilão.
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