- Economista Sergio Werlang, ex-diretor do Banco Central, defende que o país continue a cortar juros “devagarzinho” e adie o cumprimento da meta de inflação de 3% para 2028.
- Segundo ele, há espaço para reduzir a taxa gradual e alongar o prazo de metas até chegar a 2028.
- Werlang foi um dos introdutores do regime de metas de inflação no Brasil.
- A proposta visa manter a política monetária moderadamente acomodatícia enquanto se trabalha a convergência da inflação.
O economista Sergio Werlang, ex-diretor de política econômica do Banco Central e um dos introdutores do regime de metas para a inflação, defende que o BC continue a cortar juros de forma gradual. Ele sugere alongar o cumprimento da meta de inflação de 3% para 2028.
Segundo Werlang, há espaço para avanços graduais na redução da taxa básica, desde que a devoção a uma trajetória gradual da política monetária permita manter a confiança na instituição e evitar choques abruptos.
O ex-diretor também questiona a possibilidade de manter juros reais muito elevados, destacando a importância de uma transição suave que garanta que a transmissão da política monetária ocorra de maneira eficiente.
As declarações foram veiculadas com base na visão oferecida pelo economista, sem detalhar datas, locais ou instituições específicas de origem no material disponível.
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