- Bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda, com pressão de preocupações sobre o Oriente Médio, mesmo após notícias de acordo preliminar entre EUA e Irã.
- Principais índices: FTSE 100 em Londres caiu 0,69%, DAX em Frankfurt cedeu 0,30% e CAC 40 perdeu 0,23%, enquanto Milão avançou 0,50% e Ibex 35 caiu 0,53%.
- O acordo entre Washington e Teerã, segundo a Axios, envolve navegação irrestrita pelo Estreito de Ormuz e suspensão gradual de bloqueio naval, mas ainda não foi aprovado por Trump ou autoridades iranianas.
- Saab subiu 7,36% em Estocolmo com acordo de venda de 36 caças Gripen à Ucrânia; Leonardo subiu 5,44% em Milão, ajudando o FTSE MIB, com o setor subindo 1,03% no Stoxx 600.
- O setor de tecnologia avançou 0,72% com impulso em semicondutores e IA; indicador de sentimento econômico da zona do euro ficou acima do esperado, e a UE sinalizou ampliar defesas comerciais contra importações chinesas; BCE indicou possível alta de juros para controle de preços.
Nesta quinta-feira (28), as bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda, apesar de um acordo preliminar entre EUA e Irã circulado pela imprensa. O movimento ocorreu diante de preocupações com o Oriente Médio e de dados econômicos da zona do euro.
A notícia sobre o acordo, segundo a Axios, aponta navegação irrestrita pelo Estreito de Ormuz e suspensão gradual de um bloqueio naval. Contudo, termos ainda não foram aprovados por Trump ou autoridades iranianas.
Entre ações, o S&P europeu não tem negociação, mas o FTSE 100 em Londres caiu 0,69%, o DAX em Frankfurt recuou 0,30% e o CAC 40 de Paris cedeu 0,23%. Milão registrou alta de 0,50%, e Madrid caiu 0,53%. Preços de Lisboa recuaram 0,53%.
Desempenho por índices e setores
Em Milão, a companhia Leonardo subiu 5,44%, ajudando o FTSE MIB a sustentar ganhos setoriais. A Saab avançou 7,36% em Estocolmo, após acordo de cessões de caças Gripen para a Ucrânia. O setor de tecnologia subiu 0,72% com foco em semicondutores e IA.
Na prática, o humor do mercado foi influenciado por dados da zona do euro. O índice de sentimento econômico ficou acima do esperado, reforçando sinais de recuperação. A imprensa também destacou avanços na política de defesa comercial da UE.
Panorama institucional e impacto setorial
A União Europeia planeja ampliar defesas comerciais para proteger indústrias contra importações chinesas, segundo o comissário Stéphane Séjourné. Entidades oficiais também acompanharam a ata do BCE, que sugeriu possível alta de juros para controlar a inflação.
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