- Em abril, o Brasil abriu 85.888 postos com carteira assinada, segundo o Caged.
- Em relação a março, houve queda de 62,3% no ritmo de criação de empregos.
- No acumulado de janeiro a abril, foram criadas 699.762 vagas em 2026, frente a 913.827 no mesmo período de 2025, queda de 23,4%.
- Os setores que contribuíram foram serviços (69.601 vagas), construção civil (23.525) e indústria (9.256); agropecuária e comércio tiveram saldo negativo.
- Sudeste liderou a geração de empregos com 44.545 vagas, o total de trabalhadores com carteira assinada chegou a 47.810.425 (alta de 0,18% frente a março e 2,26% frente a abril de 2025).
A Brasil abriu 85.888 postos com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pela Agência Brasil. O saldo é a diferença entre admissões e demissões no mercado formal.
Apesar do resultado positivo, o ritmo de criação de empregos desacelerou consideravelmente em relação a março, quando foram criadas 227.974 vagas. A queda nominal foi de 62,3% no mês.
Abril registra o segundo pior desempenho de abril desde 2020, época de início da pandemia. Em 2020, o país encerrou o mês com 981.342 vagas formais a menos.
No acumulado de janeiro a abril de 2026, o Caged aponta 699.762 vagas formais criadas. No mesmo período de 2025, o número foi 913.827, o que evidencia uma queda de 23,4% na comparação anual.
Entre setores, serviços responderam pela maior criação de vagas, com 69.601 contratações. Construção civil abriu 23.525 vagas e indústria foram 9.256. Agropecuária e comércio registraram saldos negativos.
Todas as regiões apresentaram saldo positivo em abril. O Sudeste liderou, com 44.545 novas vagas, seguido pelo Nordeste, com 18.714. Demais regiões também cresceram, ainda que em menor escala.
Ao final de abril, o Brasil somou 47.810.425 trabalhadores com carteira assinada, alta de 0,18% frente a março e crescimento de 2,26% ante abril de 2025. Esses dados ajudam a medir o desempenho do mercado formal no país.
Entre na conversa da comunidade