- A taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre até abril de 2025, menor patamar já registrado pela PNAD Contínua desde 2012.
- Foi uma queda em relação ao trimestre encerrado em março, quando ficou em 6,1%, ainda acima do fim de 2024 (5,1%).
- O percentual representa a menor série histórica para o período entre fevereiro e abril, com o número de desocupados menor do que no mesmo período de 2024 (6,6%).
- Os dados da PNAD Contínua abrangem a força de trabalho com 14 anos ou mais e usam os últimos três meses para formar o trimestre móvel.
- A taxa de desemprego considera quem está buscando trabalho e disponível para trabalhar, excluindo quem não está na força de trabalho.
O desemprego no Brasil caiu e fechou o trimestre até abril em 5,8%, menor nível já registrado pela PNAD Contínua desde o início da série, em 2012. O dado é do IBGE e aponta contínuo recuo após o leve aumento do primeiro trimestre.
A taxa ficou em 5,8% no período, ante 6,1% registrado até março. Mesmo assim, o indicador ainda está acima do patamar de 5,1% visto no fim do ano passado. A variação indica queda gradual da desocupação ao longo do trimestre móvel.
O desemprego, porém, foi maior entre determinados grupos, como jovens e trabalhadores com menor escolaridade. O número de desocupados, por sua vez, também recuou frente ao mesmo intervalo de 2024 (6,6%), marcando a menor leitura da série para o período.
O que é a PNAD Contínua
Divulgada desde 2012, a PNAD Contínua abrange o território nacional e avalia indicadores da força de trabalho entre quem tem 14 anos ou mais. O recorte inclui a população economicamente ativa.
Os indicadores utilizam informações dos últimos três meses para compor o trimestre móvel. Os dados mensais não refletem apenas um mês, mas o desempenho do conjunto do período analisado.
A taxa de desemprego é calculada entre quem está buscando colocação e integra a força de trabalho, excluindo quem está fora do mercado, como estudantes ou donas de casa sem atividade remunerada.
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