- Diversificação de setores que demandam trabalhadores confere resiliência ao mercado de trabalho, segundo Adriana Beringuy, do IBGE.
- A PNAD Contínua aponta aquecimento do emprego mesmo diante de fatores macroeconômicos desfavoráveis, como juros elevados.
- Há demanda de trabalhadores em várias áreas, o que sustenta o mercado de trabalho.
- A taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, menor da série histórica iniciada em 2012, ainda com efeitos sazonais.
- Em abril, o país tinha 102,3 milhões de pessoas ocupadas, rendimento médio de R$ 3.732 e 39,3 milhões de trabalhadores com carteira assinada, próximos de recordes.
A diversificação dos setores que demandam trabalhadores segue fortalecendo o mercado de trabalho, aponta a coordenadora de pesquisas por amostras de domicílios do IBGE, Adriana Beringuy. O perfil atual facilita o aquecimento do emprego mesmo com cenário macroeconômico desfavorável, como juros elevados.
A análise é baseada na PNAD Contínua, referente ao trimestre encerrado em abril. De acordo com o IBGE, o mercado tem hoje demanda de mão de obra em múltiplos setores, o que sustenta a criação de vagas mesmo diante de dificuldades econômicas.
Mesmo com impactos sazonais de curto prazo, a taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre. Esse patamar representa a menor taxa para o período desde o início da série histórica, em 2012, segundo a pesquisa.
Outros indicadores estão próximos de recordes. O número de pessoas ocupadas alcançou 102,3 milhões, o rendimento médio de R$ 3.732 e o total de trabalhadores com carteira assinada somou 39,3 milhões, reforçando a percepção de resiliência no mercado de trabalho.
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