- O desemprego atingiu 5,8% da força de trabalho no trimestre encerrado em abril, aumento de 0,4 ponto percentual em relação ao período entre novembro e janeiro.
- Apesar do aumento, a taxa para fevereiro a abril é a menor desde 2012 para esses meses, com possível influência sazonal.
- O governo avalia que reduzir o desperdício de recursos públicos, com mais planejamento, pode estimular o crescimento saudável e empregos produtivos.
- Investimento público em infraestrutura bem planejada e apoio contínuo à educação básica e à formação profissional são apontados como caminhos para empregos mais produtivos.
- Também se discutem a atuação de emendas parlamentares e a necessidade de ampliar saúde e saneamento para melhorar a atualização da mão de obra no país.
O desemprego atingiu 5,8% da força de trabalho no trimestre encerrado em abril, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O aumento em relação ao período de novembro a janeiro foi de 0,4 ponto percentual, influenciado por fatores sazonais e pela fração de trabalhadores ainda sem retorno pleno ao mercado. A leitura é de que muitos seguem sem salário estável.
Apesar do aumento, a taxa de abril é a menor para o intervalo fevereiro-abril desde o início da série, em 2012. Essa menor expressividade não diminui a pressão sobre famílias que dependem de renda imediata e está sujeita a variações sazonais, como ocorre em indicadores de curto prazo.
Eficiência do gasto público e geração de empregos
O governo avalia que a aplicação mais eficiente das verbas, com planejamento e menor fragmentação, pode ampliar empregos produtivos. O tema envolve revisão de prioridades em programas de infraestrutura, educação básica e formação profissional, áreas já contempladas pelo governo federal.
A pauta também aborda saúde e saneamento, com necessidade de acompanhamento sobre a qualidade da aplicação de recursos em emendas parlamentares e transferências às bases políticas. A expectativa é de que investimentos bem orientados promovam crescimento econômico sustentável.
Áreas prioritárias e impactos
Medidas em infraestrutura bem planejadas, aliadas a educação e qualificação, têm potencial para ampliar a oferta de empregos produtivos. A avaliação pública aponta que melhoria na gestão de recursos pode favorecer maior aproveitamento da mão de obra disponível.
Em síntese, a redução do desemprego pode ocorrer concomitantemente com crescimento econômico e melhoria nas condições de vida, desde que haja gasto público alinhado a planejamento, avaliação de resultados e controle de fragmentação orçamentária.
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