- Em abril, o Brasil criou 85.000 vagas formais com carteira assinada, ante 151.000 em março.
- No acumulado do ano, o saldo de empregos formais é de 385.000 vagas.
- Serviços abriram 44.000 vagas, construção 16.000 e indústria 15.000; o comércio registrou fechamento de 16.000 postos.
- A taxa de desemprego ficou em 8,1% segundo o IBGE.
- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que a recuperação do mercado de trabalho deve seguir com investimentos em políticas de geração de empregos.
O Brasil criou 85 mil empregos formais com carteira assinada em abril, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O mês apresentou desaceleração ante março, quando foram abertas 151 mil vagas.
Apesar da queda no mês, o saldo de empregos formais no ano continua positivo, somando 385 mil vagas até agora. Serviços, construção e indústria contribuíram para esse resultado, enquanto o comércio registrou fechamento de postos.
Desempenho por setores
Serviços abriu 44 mil vagas em abril, puxado pela atividade de alojamento e alimentação. A construção criou 16 mil vagas, e a indústria, 15 mil. O comércio fechou 16 mil postos de trabalho no período.
O saldo acumulado de 2024 aponta que serviços, construção e indústria sustentam a recuperação do emprego formal. Já o comércio apresentou resultado negativo em abril, influenciando o total mensal.
Desempenho macro e perspectivas
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que há sinais de recuperação do mercado, mesmo com a desaceleração em abril. O governo mantém estratégias de incentivo à geração de empregos e ao crescimento econômico.
De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 8,1% na última divulgação. A expectativa é de continuidade da recuperação ao longo do ano, apoiada por investimentos públicos e privados.
Fontes: Ministério do Trabalho e Emprego; IBGE.
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