- O Ibama recebeu 59 manifestações de interesse de empresas em instalar usinas eólicas offshore.
- O Brasil tem ventos constantes e velozes, com potencial estimado pelo Banco Mundial de 1,2 GW no litoral.
- A projeção é gerar 516 mil empregos diretos até 2050 com a nova atividade.
- Até o momento, nenhuma unidade foi construída.
- O setor aguarda o governo definir as regras, e custos também emperram projetos no exterior.
Com ventos constantes e velozes, o litoral brasileiro aparece como cenário propício para usinas eólicas offshore. O Banco Mundial aponta potencial de 1,2 GW e criação de 516 mil empregos diretos até 2050 com essa atividade. O Ibama já recebeu 59 manifestações de interesse.
Apesar do interesse, nenhuma unidade foi construída até o momento. O setor aguarda definição de regras pelo governo para avançar com projetos. Custos, tanto no Brasil quanto no exterior, impactam a viabilidade econômica.
Regulação e perspectivas
O Ibama é o órgão que recebe as propostas e avalia impactos ambientais. A falta de regras claras freia a tomada de decisões de empresas interessadas em instalar parques offshore.
Analistas ressaltam que, mesmo com o potencial de geração, a implantação depende de marco regulatório, leilões e contratos de compra de energia estáveis. A estratégia pública precisa atender a demanda energética e a proteção ambiental.
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