- O IGP-M avançou 0,84% em maio, ante alta de 2,73% em abril, com a estabilidade dos preços do petróleo no mercado internacional.
- O indicador acumula alta de 1,95% nos últimos doze meses.
- O IPA (60% do IGP-M) subiu 0,91% em maio, puxado pela desaceleração de matérias-primas, minerais e agropecuárias.
- O IPC, com peso de 30% no índice, teve alta de 0,61% em maio, com quedas em combustíveis (gasolina -1,16%; etanol -4,91%) e café em pó (-2,99%).
- O INCC registrou alta de 0,77% em maio, após 1,04% em abril.
O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta para 0,84% em maio, ante 2,73% em abril, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou acima da expectativa de 0,80% apontada pela Reuters.
O recuo na taxa mensal veio com menor pressão nos preços ao produtor e queda nos combustíveis e alimentos ao varejo. Em 12 meses, o IGP-M acumula alta de 1,95%.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por cerca de 60% do índice, subiu 0,91% em maio, após avanço de 3,49% em abril. Parte da desaceleração foi puxada pelos grupos de matérias-primas brutas, tanto minerais quanto agropecuárias.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30%, subiu 0,61% em maio, ante 0,94% em abril. O destaque ficou para a queda nos combustíveis, com -1,16% na gasolina e -4,91% no etanol, além da redução de alguns alimentos, como o café em pó (-2,99%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,77%, menor do que a leitura de 1,04% de abril. O IGP-M é calculado com base em variações de preços ao produtor, consumidor e construção civil entre o dia 21 do mês anterior e o 20 do mês de referência.
A divulgação ocorreu em meio a movimentos no mercado de petróleo, com a percepção de estabilidade recente dos preços internacionais do petróleo. Além disso, houve referências ao contexto geopolítico envolvendo a região, que influencia prêmios e custos de produção.
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