- Mercados começam a precificar uma alta de juros pelo Federal Reserve, em vez de uma queda.
- A taxa da nota de dois anos segue acima dos fed funds nas últimas semanas.
- Destaques do dia: Caged no Brasil e PCE nos EUA.
- Irani anuncia novo ciclo de crescimento e aprova investimento de R$ 500 milhões em Minas Gerais.
- Pesquisa mostra Lula abrindo vantagem de 5,1 pontos sobre Flávio no segundo turno após o caso “Dark Horse”.
O mercado já antecipa um movimento de alta de juros pelo Federal Reserve, não o oposto. A taxa da nota de dois anos tem ficado acima da média do Fed funds nas últimas semanas, sinalizando menor inclinação a cortes imediatos. Essa leitura ganha espaço entre investidores.
Arthur Budaghyan, da BCA Research, diz que as probabilidades de alta subiram substancialmente, apoiadas por sinais de resiliência da inflação e da atividade econômica. O movimento ocorre de forma gradual, sem pressa, mas com comunicação clara de que o ciclo de aperto pode recomeçar.
Agenda econômica em foco
Nesta terça, o mercado acompanha dados de Caged no Brasil e o índice de PCE nos EUA, que costumam mover expectativas de política monetária. Movimentos recentes indicam cautela entre gestores de portfólio com relação a juros e câmbio.
Outros indicadores e cenários
Além disso, a agenda traz anúncios do governo sobre investimento. Irani revelou aprovação de um novo ciclo de crescimento com aporte de R$ 500 milhões em Minas Gerais, impulso que pode influenciar o ritmo de retomada setorial.
Panorama político e influência de pesquisas
Nos cenários eleitorais, a pesquisa mostra Lula à frente no segundo turno, com vantagem de 5,1 pontos sobre Flávio de acordo com o levantamento do momento. O resultado surge após o que a imprensa classifica como caso Dark Horse.
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