- Irã e Estados Unidos trocam ataques, elevando a aversão ao risco e pressionando as negociações de paz; o Brent para julho sobe mais de 2% e fica abaixo de 100 dólares o barril.
- Os futuros de ações em Nova York recuam e os rendimentos dos Treasuries sobem, refletindo o ambiente externo de risco.
- Nos EUA, a agenda inclui a segunda leitura do PIB do primeiro trimestre de 2026 e o índice de preços de gastos com consumo (PCE) de abril, que devem guiar a trajetória de juros.
- No Brasil, a agenda reúne o Caged de abril e a taxa de desemprego, com expectativa de um ciclo de afrouxamento monetário mais curto; a palestra de Nilton David também é monitorada.
- Além dos indicadores, o mercado acompanha a Operação Fluxo Oculto, segunda fase da Carbono Oculto, que investiga fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis.
Manhã no mercado: nova troca de ataques entre Irã e EUA amplia aversão a risco global antes de indicadores como o PCE e o Caged.
A tensão no Oriente Médio elevou novamente os preços do petróleo no exterior, enquanto a confiança dos investidores recuou. A ofensiva ocorre após o Irã retaliar ataques a uma base americana, em retaliação a operações com drones perto do Estreito de Ormuz.
Com o cenário geopolítico, contratos futuros do petróleo Brent para julho sobem mais de 2%, ainda abaixo de US$ 100 por barril. Os futuros de ações de Nova York recuam e os rendimentos dos Treasuries sobem, sinalizando maior aversão a risco.
No radar dos investidores, a segunda leitura do PIB dos EUA do 1T 2026 e o índice PCE de abril devem guiar as expectativas de política monetária do Fed. Dados mais fortes podem sustentar altas de juros.
No Brasil, o mercado acompanha o Caged de abril e a taxa de desemprego, com a visão de que o ciclo de afrouxamento monetário pode ser mais curto que o previsto. Nilton David, diretor da Política Monetária do BC, terá palestra em evento do Banco Pine.
A projeção do mercado aponta abertura líquida de vagas com carteira assinada de cerca de 215 mil em abril, conforme a mediana de 21 estimativas compiladas pelo Valor Data.
Além disso, o noticiário destaca a Operação Fluxo Oculto, segunda fase da Carbono Oculto. A ação mira fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, com atuação em quatro estados.
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