- A Polícia Civil e a Polícia Militar, com o Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal, deflagraram nesta manhã a Operação Fluxo Oculto, derivada da Carbono Oculto, que investiga fraude no setor de combustíveis.
- As buscas foram realizadas na região da Avenida Faria Lima, em São Paulo.
- O esquema ocultava os beneficiários reais ao enviar recursos para fundos de investimento; quatro fundos, duas administradoras de recursos e duas gestoras estão entre os alvos.
- Os quatro fundos somam patrimônio estimado em aproximadamente R$ 205 milhões, com crescimento superior a duzentos por cento em um ano.
- Também são investigadas seis fintechs: Ceopag Instituição de Pagamento, America Payment, Sispay Instituição de Pagamento, Smart Solutions Instituição de Pagamento, YAW Instituição de Pagamento e Ello Gestora de Recursos.
Nesta manhã, a Operação Fluxo Oculto foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal, com apoio das polícias Civil e Militar. Derivada da investigação Carbono Oculto, a ação mira fraudes no setor de combustíveis e o uso de instituições de pagamentos e de investimento. As buscas ocorreram na região da Avenida Faria Lima, em São Paulo.
Segundo autoridades, os recursos obtidos com o esquema eram enviados a fundos de investimento para ocultar os reais beneficiários. Four fundos aparecem como participantes da operação, juntamente com duas administradoras de recursos e duas gestoras.
Os quatro fundos somam patrimônio estimado em cerca de R$ 205 milhões, com aumento superior a 200% em um ano. Também estão sob investigação seis fintechs: Ceopag, America Payment, Sispay, Smart Solutions Pagamento, YAW e Ello Gestora de Recursos.
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