- A Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina vendida às distribuidoras, válido a partir de sexta-feira (29).
- O preço da gasolina A terá alta de R$ 0,48 por litro; o governo oferecerá desconto de R$ 0,44 por litro por meio de subvenção econômica.
- O preço médio para distribuidoras passa de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro, elevação efetiva de R$ 0,04.
- O governo sustenta a medida para conter impactos da alta do petróleo, enquanto a estimativa indica efeito limitado para o consumidor, com queda prevista de cerca de 0,42% no preço final.
- Nas bombas, com mistura obrigatória de etanol, a parcela da Petrobras sobe de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro; aumento máximo estimado de R$ 0,03 na gasolina C.
A Petrobras anunciou um reajuste no preço da gasolina vendida às distribuidoras. A mudança entra em vigor nesta sexta-feira (29). A gasolina A sobe R$ 0,48 por litro, enquanto o governo oferece um desconto de R$ 0,44 por litro por meio de uma subvenção econômica.
Com isso, o preço médio da gasolina vendida pela Petrobras às distribuidoras passa de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro, apresentando uma alta efetiva de R$ 0,04 por litro. O ajuste ocorre em meio a pressões do mercado internacional de petróleo.
Detalhes do reajuste
Antes do anúncio, a Abicom apontava defasagem de R$ 1,37 por litro em relação ao mercado internacional, o equivalente a cerca de 55%.
A Petrobras ressalta que o impacto nas bombas deve ser residual, por causa da mistura obrigatória de etanol anidro no combustível.
Impacto no consumidor
A Warren Investimentos estima efeito pequeno no preço final ao consumidor, cerca de 0,42%, com reflexo limitado no IPCA, já que o subsídio compensa boa parte do reajuste.
A empresa frisa que a parcela da Petrobras no preço final ao consumidor tende a subir de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro, no teto.
Contexto histórico
A última alta de gasolina para distribuidoras ocorreu em julho de 2024. A Petrobras destaca ainda que o reajuste terá efeito considerado moderado nas bombas.
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