- Petrobras reajusta o preço da gasolina A para distribuidoras em R$ 0,48 por litro a partir de 29 de maio, com desconto de R$ 0,44 por litro devido à subvenção governamental, resultando em alta líquida de R$ 0,04.
- O preço médio passará de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro, um aumento de 1,5%; sem a subvenção, a elevação seria de 17,12%.
- A parcela da Petrobras no preço final da gasolina C, que é vendida nos postos com mistura de 70% gasolina A e 30% etanol, passará de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro, aumento de até R$ 0,03.
- A presidente Magda Chambriard sinalizou possibilidade de reajuste, caso o governo anunciasse subsídio similar ao do diesel; é a primeira alteração de preço da gasolina nas refinarias desde outubro de 2025.
- O anúncio ocorre após Lula sancionar decreto que regulamenta a subvenção de R$ 0,44 por litro da gasolina, com o objetivo de mitigar impactos da guerra no Oriente Médio no mercado de petróleo.
A Petrobras anunciou nesta quinta-feira reajuste de 0,48 real no preço do litro da gasolina A para distribuidoras, com validade a partir de sexta (29). O ajuste acompanha desconto de 0,44 real por litro, correspondente à nova subvenção anunciada pelo governo.
Com o desconto, a diferença efetiva para o preço de venda aos consumidores fica em 0,04 real por litro. O preço médio da gasolina A passará de 2,57 reais para 2,61 reais por litro, um aumento de 1,5%. Sem a subvenção, o ajuste seria de 0,17 real.
Para o consumidor final, a parcela da Petrobras no preço da gasolina C aumenta de 1,80 real para 1,83 real por litro, o que representa ganho de até 0,03 real por litro nas bombas.
A medida marca a primeira alteração de preço da gasolina pela Petrobras nas refinarias desde outubro de 2025, quando houve corte de 4,9%. O contexto é a guerra no Oriente Médio, que levou o governo a regulamentar a subvenção para mitigar impactos no mercado de petróleo.
A subvenção, de 0,44 real por litro, foi regulamentada pelo presidente Lula por meio de decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União. A intenção é reduzir a pressão de preços pressionados pela volatilidade internacional.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, havia sinalizado a possibilidade de reajuste caso o governo adotasse subsídio semelhante ao aplicado para o diesel. O anúncio ocorre dias após a divulgação da norma governamental que institui o benefício.
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