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PF mira quadrilha que fraudava contratos de crédito rural

Operação Agroghost mira fraude de crédito rural; mandados no DF, Goiás e RJ; bloqueio de ativos de até R$ 9,6 milhões por investigado, sinal de esquema

PF investiga fraudes em contratos de crédito rural - (crédito: PF/Divulgação)
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Agroghost contra uma suposta quadrilha que fraudava contratos de crédito rural, com seis mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Goiás e no Rio de Janeiro.
  • A Justiça determinou o bloqueio de ativos, apreensão de veículos e indisponibilidade de imóveis de 11 investigados, no valor de até R$ 9,6 milhões para cada um.
  • O caso teve início após informações da Caixa Econômica Federal sobre irregularidades ligadas a um imóvel rural em Turilândia, Maranhão.
  • As investigações apontam para uso de documentação falsa e movimentações suspeitas para ocultar a origem dos recursos, com valores possivelmente pulverizados entre pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo.
  • Os investigados podem responder por estelionato qualificado, falsificação de documentos, falsidade ideológica, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e associação criminosa; as apurações continuam.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Agroghost para desmantelar um esquema de fraudes envolvendo crédito rural. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Goiás e no Rio de Janeiro. A Justiça determinou o bloqueio de ativos, apreensão de veículos e indisponibilidade de imóveis de 11 investigados, no valor de até R$ 9,6 milhões por pessoa.

A investigação teve início após comunicação da Caixa Econômica Federal sobre indícios de irregularidades em operação financeira associada a um imóvel rural em Turilândia, Maranhão. Os recursos captados via crédito rural teriam sido pulverizados entre pessoas físicas e jurídicas do grupo.

Estrutura da fraude

As apurações indicam possível esquema estruturado de fraude financeira, com uso de documentação falsa e movimentações atípicas para ocultar a origem dos recursos. A hipótese é de que valores obtidos irregularmente tenham sido distribuídos entre empresas e integrantes ligados ao grupo.

Potenciais crimes e próximos passos

Os investigados podem responder por estelionato qualificado, falsificação de documentos, falsidade ideológica, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e associação criminosa. As autoridades seguem apurando a identidade de outros possível envolvidos e a movimentação financeira relacionada ao esquema.

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