- O Índice de Preços ao Produtor subiu 2,63% em abril, frente a 2,28% em março, atingindo o maior nível em cerca de quatro anos (março de 2022, 3,12%).
- No acumulado de doze meses, o IPP avançou 1,07%, primeiro resultado positivo desde agosto de 2025 (0,47%).
- Entre 24 atividades, 21 apresentaram alta em abril; as quatro maiores pressões foram: outros produtos químicos (9,91%); borracha e plástico (7,31%); refino de petróleo e biocombustíveis (6,44%); e indústrias extrativas (4,92%).
- A explicação para o aumento está no conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, segundo o IBGE; em março de 2022 o IPP já havia sido impactado por a guerra entre Rússia e Ucrânia.
- Das quatro principais influências, três são da cadeia de derivados de petróleo; apenas outros produtos químicos contribuiu com 0,80 ponto percentual.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) subiu 2,63% em abril, ante 2,28% em março, no Brasil. O aumento foi o mais alto desde março de 2022, segundo dados do IBGE, com impacto significativo na cadeia petrolífera.
No acumulado de 12 meses, o IPP passou a 1,07%, encerrando o período com a primeira taxa positiva desde agosto de 2025 (0,47%). Entre 24 atividades pesquisadas, 21 tiveram ganho de preços em abril.
As quatro principais contribuições vieram de outros produtos químicos (9,91%), borracha e plástico (7,31%), refino de petróleo e biocombustíveis (6,44%) e indústrias extrativas (4,92%). A explicação aponta para o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Causas e componentes
Entre as influências, três atuam na cadeia de derivados de petróleo bruto, enquanto outros químicos responderam por 0,80 ponto percentual de pressão no índice. O IPP considera variação dos preços na porta da fábrica, sem impostos nem frete, de 24 atividades industriais.
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