- Receita Federal deflagrou nesta quinta-feira, 28, a Operação Fluxo Oculto, segunda fase da Operação Carbono Oculto.
- A ação envolve cooperação entre órgãos federais e estaduais, incluindo Gaeco do Ministério Público do Estado de São Paulo e a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo.
- Investigações identificaram seis novas fintechs que atuavam como bancos paralelos, movimentando mais de R$ 26 bilhões em quatro anos.
- O esquema inclui adulteração de combustíveis com nafta e uso de fundos para ocultação patrimonial.
- Participam da operação a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e as Polícias Militar e Civil.
A Receita Federal deflagrou nesta quinta-feira, 28, a Operação Fluxo Oculto, segunda fase da Operação Carbono Oculto. A ação amplia o combate a crimes no setor de combustíveis, com cooperação de órgãos federais e estaduais.
A operação envolve o Ministério Público de São Paulo (Gaeco), a Secretaria da Fazenda e Planejamento de SP (Sefaz/SP), a ANP e a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, além das polícias Militar e Civil. O objetivo é aprofundar investigações iniciadas na fase anterior.
Em análise anterior, as autoridades identificaram seis fintechs que atuavam como bancos paralelos, movimentando mais de 26 bilhões de reais em quatro anos. O esquema também envolve adulteração de combustíveis com nafta e uso de recursos para ocultação patrimonial.
Desdobramentos e impactos
A ação busca, segundo as informações, reunir provas adicionais e ampliar a rede de cooperação entre os órgãos parceiros. As investigações seguem em andamento, com participação de equipes especiais e compartilhamento de dados entre as forças de segurança.
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