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5 melhores práticas para migrar para um novo CRM

Migração de CRM pode gerar perda de dados e interrupção de workflows; cinco práticas ajudam a manter integridade e rollout previsível

Allison Murray/ZDNET
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  • Audite os dados existentes antes de mover: elimine duplicatas, complete campos críticos e descarte o que não vale levar adiante, para evitar levar erros para o novo CRM.
  • Monte um documento de mapeamento de campos: descreva como cada campo do CRM atual será traduzido no novo, incluindo transformações (ex.: nome completo para nomes e sobrenomes) e campos personalizados.
  • Faça uma migração de teste em ambiente de staging: use uma amostra representativa para checar registros, estágios do pipeline e histórico de atividades antes do go-live, ajustando o cronograma conforme necessário.
  • Defina papéis e permissões antes de liberar o acesso: crie a estrutura de usuários e funções, com responsáveis por cada objeto (contas, contatos, negócios) para evitar acessos indevidos.
  • Treine a equipe antes do go-live: foque nas mudanças de fluxo de trabalho e nas ações-chave, com suporte disponível nos primeiros dias para esclarecer dúvidas.

CRM migration can be tricky: dados incompletos, campos mal mapeados e impactos na equipe podem atrasar o go-live. Segundo a análise da ZDNET, seguir cinco práticas ajuda a manter o projeto nos trilhos. O estudo aponta que até 40% dos projetos enfrentam problemas, mas muitos são evitáveis com planejamento adequado.

A transição envolve equipes de vendas, TI e gestão de dados. Mudanças de sistema exigem cuidado com a qualidade das informações, mapeamento de campos e controle de acessos. O objetivo é preservar a integridade do pipeline e a confiabilidade de relatórios durante a mudança.

A adoção de boas práticas começa na fase inicial. Auditoria de dados, documentação de mapeamento e testes antes do go-live reduzem surpresas. A organização deve ainda definir permissões de acesso e treinar a equipe. Essas etapas ajudam a manter a continuidade das operações.

Prática 1: Auditar os dados existentes

Antes de migrar, avalie tudo o que há no sistema atual. Registros desatualizados podem ser transferidos indevidamente. A verificação deve identificar duplicidades, dados incompletos e contatos sem atividade recente. Decida o que vale manter.

Dados imprecisos impactam previsões e automações. Mais de 70% das informações tendem a perder precisão em relação ao tempo. Duplicatas entre 10% e 30% costumam aparecer na auditoria. Limpar antes evita desperdício de recursos.

Prática 2: Mapear campos com precisão

Crie um documento de mapeamento de campos entre os sistemas antigo e novo. Cada campo precisa ter correspondência, incluindo campos personalizados. Não suponha nomenclaturas; nomes diferentes podem atrapalhar relacionamentos entre registros.

Fique atento a transformações de dados. Campos de texto livre podem precisar virar listas estruturadas, e nomes completos podem exigir separação em primeiro e último nome. Registre regras de transformação para rastreabilidade.

Prática 3: Realizar migração de teste

Planeje uma migração-piloto com um conjunto representativo de dados. Teste em ambiente de staging e verifique registros, estágios do pipeline e históricos de atividades. Se algo falhar, corrige antes do go-live.

O teste ajuda a calibrar o prazo total do projeto. Para empresas de porte médio, a migração completa costuma levar de 10 a 20 semanas. Um teste precoce apresenta uma estimativa mais realista.

Prática 4: Definir papéis e permissões antes do go-live

Gerenciamento de acesso é crucial. Defina permissões para cada função e organize o fluxo de usuários e papéis com antecedência. Evite deixar toda a equipe com acesso a tudo ou bloquear informações relevantes.

Envolva os donos de dados na etapa. Cada objeto principal (contas, contatos, negócios) deve ter responsável que aprove o acesso. A prática evita edições acidentais em grande escala após o lançamento.

Prática 5: Treinar a equipe antes do lançamento

Treinamento imediato após a migração pode gerar frustração e retorno a planilhas. Foque em fluxos de trabalho relevantes para cada função: como registrar chamadas, atualizar estágios e criar contatos.

Planeje um período de suporte após a implementação. Questões simples costumam surgir, mas com acompanhamento rápido elas não se transformam em problemas maiores. Perguntas frequentes ajudam a consolidar o uso.

O que isso significa para as organizações

Migrar CRM demanda tempo e planejamento, mas evita retrabalho, retrabalho e perda de dados. Auditoria, mapeamento, testes, controle de acesso e treinamento estruturado formam uma linha de defesa contra complicações. O objetivo é uma transição estável e confiável para o novo sistema. Fontes: ZDNET e estudo da Vantage Point.

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