- Michelle Bowman, vice-presidente de supervisão do Federal Reserve, defende ignorar leituras de inflação temporariamente elevadas causadas pelo aumento nos preços da energia, relacionado ao choque do petróleo pela guerra no Irã.
- Bowman indicou que é apropriado manter a taxa de juros inalterada.
- Ela também sugeriu preservar o viés de flexibilização na comunicação da última decisão de política monetária.
- A discussão ocorre no contexto de pressões inflacionárias associadas ao petróleo, consideradas temporárias.
Michelle Bowman, vice-presidente de supervisão do Federal Reserve, disse que o banco central pode ignorar leituras de inflação temporárias elevadas originadas do aumento nos preços da energia, citando o choque de petróleo causado pela guerra no Irã. A afirmação reforça a leitura de curto prazo do componente energético.
Bowman acrescentou que não há necessidade de alterar a política monetária neste momento, mantendo as taxas de juros inalteradas. Além disso, enfatizou a importância de preservar o viés de flexibilização na comunicação da última decisão do Fed.
A dirigente argumenta que choques de energia podem distorcer a leitura de inflação no curto prazo, sem indicar, necessariamente, uma mudança na trajetória da inflação a longo prazo. A posição pode influenciar debates sobre comunicação futura da instituição.
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