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Brasil entre 6 maiores crescimentos do PIB no 1º trimestre, aponta Austin Rating

Brasil figura entre as seis maiores altas do PIB no 1º trimestre, com avanço de 1,1% e anualizada de 4,5%, aponta Austin Rating

Foto: Gerada por IA
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  • O Brasil ficou na 6ª posição no ranking de crescimento real do PIB no 1º trimestre de 2026, segundo Austin Rating.
  • O PIB avançou 1,1% frente ao 4º trimestre de 2025, com taxa anualizada de 4,5% e alta de 1,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.
  • Na leitura trimestral, o Brasil ficou acima da média de países acompanhados e ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China.
  • Em relação aos blocos, o Brasil superou a média da Euro Área e do G7, ficando próximo da média dos BRICS (1,2% no trimestre, 4,9% anualizado).
  • A Austin Rating também projeta ganho de posições entre as maiores economias, passando de 11ª em 2025 para 9ª em 2027, segundo o World Economic Outlook do FMI.

O Brasil ficou em 6º lugar no ranking de crescimento real do PIB no 1º trimestre de 2026, segundo a Austin Rating. O PIB subiu 1,1% em relação ao 4º trimestre de 2025, e avançou 1,8% ante o mesmo período de 2025. A taxa anualizada ficou em 4,5%.

O estudo reúne dados da Austin Rating, IBGE, bancos centrais, Eurostat, OCDE, FMI, Banco Mundial e The Economist. O resultado coloca o Brasil entre os maiores avanços globais no começo de 2026.

Na comparação trimestral, o Brasil ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China. O desempenho brasileiro superou economias desenvolvidas e emergentes de peso na leitura da empresa.

Desempenho relativo e comparação internacional

O ranking mede a variação real do PIB frente ao trimestre anterior. O Brasil cresceu 1,1% no período, acima da média global de 0,0% e da taxa anualizada de -0,2%. O resultado ficou acima da Euro Área e do G7 na leitura da Austin Rating.

Entre BRICS, a média foi 1,2% no trimestre e 4,9% anualizada. O Brasil registrou 1,1% e 4,5%, mantendo-se próximo da média do grupo. Economias como EUA, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália, Canadá e México ficaram atrás do Brasil no desempenho trimestral.

Projeções e impactos econômicos

O estudo também analisa o tamanho das economias em dólares correntes com base no FMI. O Brasil aparece em trajetória de avanço, ocupando 11ª posição em 2025, 10ª em 2026 e 9ª em 2027.

O desempenho do PIB interessa a investidores, pois aponta o ritmo da atividade, demanda interna e ambiente para crédito e política monetária. Um crescimento acima da média global pode favorecer a confiança, apesar de exigir monitoramento da inflação.

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