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BRB prevê publicar balanço até agosto após acordo com STF, diz presidente

BRB deverá publicar balanço até agosto após acordo com o STF, apresentar plano de negócios e quitar 6,6 bilhões em quinze anos, com carência de 18 meses

Presidente do banco, Nelson Souza afirma que atraso busca garantir transparência e diz que instituição apresentará plano de negócios para cumprir acordo firmado com o Supremo - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
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  • O BRB pretende publicar o balanço até agosto de 2026, referente ao exercício anterior, após acordo com o STF.
  • O aporte informado é de R$ 8,8 bilhões, ainda sujeito a checagens de auditorias adicionais.
  • O atraso houve para garantir transparência e que as demonstrações financeiras reflitam com precisão a situação do banco.
  • Além do balanço, o BRB apresentará um plano de negócios para mostrar retorno dos investimentos e cumprir as obrigações do acordo with o STF.
  • O acordo prevê pagamento de R$ 6,6 bilhões em quinze anos, com carência de 18 meses; juros estão em negociação com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com IPCA mais delta.

O Banco de Brasília (BRB) prevê publicar o balanço referente ao exercício anterior até agosto, após acordo com o STF. A data ainda depende de auditorias e checagens finais antes da divulgação.

O presidente do BRB, Nelson Souza, afirma que o atraso ocorreu para garantir que as informações apresentadas reflitam a realidade financeira. Segundo ele, o aporte apurado é de 8,8 bilhões de reais, sujeito a validação de auditorias adicionais.

Antes, o prazo original para publicação era 31 de março de 2026. A direção diz que o atraso buscou transparência e a conformidade com fatos contábeis, evitando distorções que pudessem impactar clientes e credores.

Detalhes do acordo com o STF e plano de negócios

Além da conciliação com o STF, o BRB precisa apresentar um plano de negócios que demonstre retorno dos investimentos e a capacidade de honrar as obrigações assumidas.

O acordo prevê pagamento de 6,6 bilhões de reais em até 15 anos, com carência de 18 meses. As taxas de juros permanecem em negociação, variando conforme o resultado de discussões com o FGC.

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