- A decisão dos EUA de classificar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas pode restringir operações de gestores e empresas no Brasil, por ligações indiretas com essas organizações.
- A avaliação é de Luis d’Amato, sócio-fundador da Aston Capital Management, com sede em Miami (Flórida).
- Ele afirma que ainda é cedo para afirmar se gestores globais vão deixar de investir no Brasil por esse motivo.
- Segundo d’Amato, o que pode mover mais o fluxo de saída do mercado brasileiro para o exterior são as ofertas públicas iniciais (IPOs) das giants SpaceX, OpenAI e Anthropic.
- O gestor apenas observa o possível efeito, sem relatos de profissionais do seu network manifestando essa intenção.
A decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas pode impor restrições a gestores e empresas que operam no Brasil, devido a potenciais vínculos indiretos com essas organizações.
Luis d’Amato, sócio-fundador da Aston Capital Management, em Miami, afirma que ainda é cedo para dizer se gestores globais vão deixar de investir no Brasil por esse motivo.
O executivo diz não ter ouvido profissionais do seu network nos EUA manifestarem essa intenção de saída de capitais.
Riscos e fatores que podem mover fluxos
Ainda segundo d’Amato, o que pode ter efeito mais relevante sobre o fluxo de saída são as futuras ofertas públicas iniciais de grandes empresas, como SpaceX, OpenAI e Anthropic.
O gestor ressalta que o cenário depende de como governos e reguladores vão interpretar ligações indiretas entre empresas brasileiras e organizações mencionadas.
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