- Edmilson Costa, pré-candidato à Presidência pelo PCB, afirmou em 14 de maio que o Banco Central não pode ter autonomia e que o Brasil tornou-se refém da economia mais atrasada.
- Ele disse que o presidente do BC não foi eleito e representa interesses da oligarquia financeira, enquanto o presidente do Brasil é escolhido pela maioria da população.
- Costa defende acabar com a autonomia do Banco Central e revogar toda a legislação neoliberal para reduzir a dívida interna.
- O PCB lançou Costa como pré-candidato em fevereiro para pautar temas que outras candidaturas não costumam abordar.
- As cinco áreas de transformação propostas são: sistema político (unicameral, mandatos para tribunais e democratização dos meios de comunicação), sistema econômico (Banco dos Trabalhadores e reforma agrária), saúde e educação (estatização e valorização de docentes), leis sociais e trabalhistas (restabelecer o piso do salário mínimo necessário, hoje em 7.612,49 reais), relações internacionais (solidaridade aos povos contra o imperialismo e mudança na correlação de forças).
O pré-candidato à Presidência pelo PCB, Edmilson Costa, disse em 14 de maio, em entrevista ao Poder360, que o Banco Central não pode ter autonomia do governo. Ele afirma que o BC transformou o Brasil em refém de aspectos atrasados da economia.
Costa aponta que a presidência do BC não deve ser eleita pela população e que representa interesses da oligarquia financeira. Segundo ele, é preciso mudar a política do BC para reduzir a influência de esse órgão na economia.
O PCB lançou Edmilson Costa como pré-candidato em fevereiro, buscando colocar pautas consideradas pouco abordadas por outras candidaturas. A sigla defende mudanças profundas na governança econômica e política do país.
Propostas de governança
O partido defende extinção do Senado e criação de um parlamento unicameral, com representantes eleitos pelo voto universal e por movimentos sociais. Também propõe tribunais com mandatos determinados e democratização dos meios de comunicação.
Na economia, o PCB propõe o Banco dos Trabalhadores para gerir recursos da Previdência e fundos sociais, além de financiar reformas públicas. A formação de uma reforma agrária também consta entre as meta-pautas.
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