- O GNV ficará até 6,4% mais barato no Rio de Janeiro a partir de 1º de junho; na região metropolitana, a redução é de 6,3%, e nas demais regiões, 6,4%.
- O gás de cozinha encanado e o gás para indústria também terão queda: gás residencial 1,63% na região metropolitana e 2,8% nas demais áreas; indústria, 5,12% na capital e arredores e 5,3% no interior.
- Os novos preços foram calculados pela Naturgy e aprovados pela Agenersa, após acordo entre o governo estadual, a Petrobras e a concessionária.
- A Secretaria de Energia e Economia participou das negociações e disse que o acordo é importante para estimular o consumo de gás e reduzir custos da mobilidade urbana.
- O Rio de Janeiro é o principal mercado de GNV no Brasil, com produção nacional em alta sendo prioridade da Petrobras; a presidente Magda Chambriard destacou que mais gás tende a reduzir preços.
O gás natural veicular GNV ficará até 6,4% mais barato no estado do Rio de Janeiro a partir de 1º de junho. O gás de cozinha encanado e o gás para indústria também terão redução de preço. A medida resulta de acordo entre governo estadual, Petrobras e Naturgy.
Na Região Metropolitana, a queda é de 6,3%; nas demais regiões, 6,4%. Cerca de 1,5 milhão de motoristas devem ser beneficiados pela redução do GNV. O gás residencial terá queda de 1,63% na capital e 2,8% no interior e demais áreas.
O GNV da indústria cairá 5,12% na capital e arredores e 5,3% no interior. Os novos valores foram calculados pela Naturgy e aprovados pela Agenersa, na última quarta-feira (27). O governo estadual participou das negociações com Petrobras e a concessionária.
Contexto regulatório e impactos no setor
A secretaria de Energia e Economia do Mar destacou que a medida é um estímulo à retomada do consumo de gás natural e ao fortalecimento do mercado. O estado abriga a maior produção de gás do país e oferece benefícios estaduais, como desconto no IPVA para carros a gás.
Segundo dados da ANP, o Rio responde pela maior parcela da produção nacional de gás natural. Em 2025, o estado representou 76,90% do total produzido no Brasil. A gestão pública ressalta a relação entre produção elevada e redução de preços para os usuários.
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