- Mateus Costa-Ribeiro, 26 anos, começou Direito na UnB aos 14 anos, tornou-se advogado aos 18, estudou em Harvard aos 19 e trabalhou no escritório Milbank, em Nova York.
- Em 2023, fundou a Enter AI com Henrique Vaz e Michael Mac-Vicar, criando uma plataforma inicial que sugeria contestações por inteligência artificial.
- Em menos de três anos, a empresa passou a atender Bradesco, Nubank, Mercado Livre, LATAM, Airbnb e Azul, ajudando na gestão de mais de 300 mil processos por ano.
- A empresa captou US$ 100 milhões, em rodada liderada pelo Founders Fund, elevando o valor de mercado para US$ 1,2 bilhão e tornando a Enter o primeiro unicórnio brasileiro de IA.
- O plano é expandir na América Latina, acelerar ferramentas de automação jurídica e criar um conselho institucional para discutir o papel da IA no desenvolvimento econômico do Brasil, buscando tornar o país um polo global de IA.
O jovem Mateus Costa-Ribeiro transformou a Enter AI no primeiro unicórnio brasileiro de inteligência artificial. Fundada em setembro de 2023, a startup atingiu valuation de US$ 1,2 bilhão após uma rodada de US$ 100 milhões liderada pelo Founders Fund.
Natural de Brasília, Mateus entrou na faculdade de Direito aos 14 anos, tornou-se advogado aos 18 e ganhou vaga em Harvard aos 19. Trabalhou no Milbank, escritório de advocacia em Nova York, antes de apostar na IA.
A Enter foi criada em parceria com Henrique Vaz e Michael Mac-Vicar, ex-Wildlife Studios. O produto inicial oferecia uma petição inicial com contestação gerada por IA. Hoje atende grandes empresas e administra mais de 300 mil processos por ano.
Investidores e expansão
A rodada de US$ 100 milhões contou com o Founders Fund e vedetes globais como Sequoia Capital, Ribbit Capital, Kaszek, Atlantico e ONEVC. A captação elevou a empresa a US$ 1,2 bilhão e a tornou o primeiro unicórnio brasileiro de IA.
A empresa planeja ampliar operações na América Latina e acelerar o desenvolvimento de ferramentas de automação jurídica. Os recursos devem fortalecer a atuação regional e a oferta de soluções para o setor jurídico.
Visão de longo prazo
Mateus afirma que o objetivo é colocar o Brasil entre os principais polos de IA do mundo. Para isso, a Enter criou um conselho institucional com representantes do setor jurídico, empresarial e acadêmico para discutir o papel da IA no desenvolvimento econômico.
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