- O senador Rodrigo Pacheco defendeu a criação de incentivos para atrair investimentos em data centers no Brasil, durante seminário em São Paulo.
- Ele afirmou que o regime tributário especial para serviços de data centers é necessário para ampliar a competitividade e avançar infraestrutura digital e IA.
- Pacheco citou projeto já aprovado pela Câmara que estabelece esse regime tributário, ressaltando o apoio ao desenvolvimento tecnológico.
- O senador destacou que o Congresso tem atuado na criação de marcos regulatórios da economia digital, como Lei Geral de Proteção de Dados, marco para startups e regulamentação de criptoativos.
- Ele defendeu a regulamentação da IA no país, com parâmetros que promovam governança e o bem-estar da pessoa humana, sem engessar a inovação.
O senador Rodrigo Pacheco (PSB) defendeu nesta sexta-feira, 29 de maio de 2026, a adoção de incentivos para atrair data centers ao Brasil. A declaração ocorreu durante o Seminário Lide Inovação e Tecnologia, em São Paulo. O objetivo é ampliar investimentos em infraestrutura digital e IA, fortalecendo a soberania tecnológica.
Pacheco afirmou que o Brasil precisa avançar em projetos de infraestrutura digital para não ficar para trás na evolução tecnológica. Ele destacou a importância de um regime tributário especial para serviços de centros de processamento de dados, já aprovado pela Câmara.
Segundo o senador, o regime tributário especial tornaria o Brasil mais competitivo na disputa global por investimentos em infraestrutura computacional. Ele descreveu a medida como necessária para o desenvolvimento tecnológico do país.
O Congresso tem atuado na criação de marcos regulatórios da economia digital. Pacheco citou a Lei Geral de Proteção de Dados, o marco das startups e a regulamentação dos criptoativos como avanços recentes.
Além disso, o senador defendeu a regulamentação da inteligência artificial no Brasil. Ele mencionou que o projeto do Senado busca estabelecer parâmetros para o desenvolvimento da tecnologia sem frear a inovação.
Para Pacheco, a regulamentação deve promover governança, transparência e responsabilidade em empresas que operam IA. Ele ressaltou que a centralidade é o bem-estar da pessoa humana.
Durante o evento, representantes do setor público e de empresas discutiram impactos da IA, da digitalização e dos data centers na economia brasileira, com foco em competitividade e inovação.
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