- O Tesouro dos EUA estuda uma nota de US$ 250 com o rosto de Donald Trump, possível primeira cédula a exibir a imagem de um presidente vivo.
- A ideia contraria a lei de 1866, que veda imagens de pessoas vivas na moeda, a não ser que o Congresso aprove uma mudança na regra.
- O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que não haveria alteração na política sem aprovação legislativa e que houve pressão de indicados políticos para iniciar os preparativos.
- As ações acompanham outras iniciativas de Trump para marcar a economia, como a assinatura dele em notas e o lançamento de uma moeda comemorativa de ouro.
- A proposta gerou críticas de democratas no Congresso, que questionaram se o governo não estaria colocando o ego do presidente acima de prioridades públicas.
O Tesouro dos Estados Unidos avalia emitir uma nota de US$ 250 com o rosto de Donald Trump, em preparação para possivelmente a primeira cédula com retrato de um presidente vivo. A ideia foi anunciada pelo secretário Scott Bessent.
A proposta desafia a Lei de 1866, que impede a imagem de pessoas vivas na moeda. Para avançar, seria necessária a aprovação do Congresso, mudando a norma vigente.
Bessent informou que indicados políticos do Tesouro pediram iniciar os preparativos. A medida ocorre em meio a críticas sobre o uso de recursos públicos e homenagem ao ex-presidente.
A controvérsia ganhou destaque após a saída abrupta da ex-diretora Patricia Solimene, cuja mudança interna foi anunciada por meio de nota interna. A inflação de informações alimenta o debate entre autoridades.
Contexto e desdobramentos
Além da nota de US$ 250, Trump tem defendido outras iniciativas, como uma moeda comemorativa de ouro com sua imagem. A decisão sobre o retrato vivo segue sob escrutínio de técnicos e congressistas.
Democratas no Congresso repercutiram com reservas, destacando custos e impactos institucionais. A Casa Branca ainda não confirmou se o projeto será levado adiante neste momento.
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