- Em 4T25, pontos emitidos somaram 258,1 bilhões, aumento de 7% em relação ao 4T24.
- O saldo resgatado atingiu 231 bilhões, alta de 9% na mesma comparação.
- Passagens aéreas representaram 67,3% dos resgates; itens não aéreos responderam por 32,7%, um patamar próximo aos maiores desde 2019.
- O número de transações dos participantes chegou a 14,4 milhões, volume 32,9% maior que no 4T24.
- A taxa de breakage ficou em 11,4%, menor nível dos últimos cinco anos.
O mercado brasileiro de fidelização mostrou diversificação de resgates no quarto trimestre de 2025 (4T25). Pontos/milhas emitidos atingiram 258,1 bilhões, queda de 7% frente ao 4T24. Já o total resgatado foi de 231 bilhões, alta de 9%.
Apesar de as passagens aéreas manterem liderança, com 67,3% do total resgatado, 32,7% representaram itens não aéreos como produtos, serviços, descontos e cashback. É um dos maiores patamares para esse tipo de resgate desde 2019.
Diversificação de resgates reforça maturidade do setor
Para o local de atuação, a ABEMF aponta sinais de amadurecimento. A expansão do uso de pontos em não aéreos indica investimento em diversidade de opções e maior relação com o cotidiano do consumidor.
O levantamento também indica crescimento na frequência de operações. O conjunto de atividades dos participantes somou 14,4 milhões de transações no 4T25, alta de 32,9% ante o 4T24.
Desempenho das transações e participação do consumidor
Segundo Paulo Curro, diretor executivo da ABEMF, o crescimento de operações mostra maior presença dos programas no dia a dia. Ele afirma que a diversificação amplia o valor percebido pelos participantes.
O índice de breakage registrou 11,4% no 4T25, o menor nível dos últimos cinco anos. O indicador mede pontos/milhas que expiram sem uso, refletindo maior aproveitamento de saldos.
A publicação ressalta ainda que, apesar da maior participação de itens não aéreos, as passagens continuam a predominar no portfólio dos programas. O equilíbrio entre categorias permanece sob observação das empresas do setor.
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