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BC intensifica auditorias em empresas de criptoativos

Auditorias independentes passam a regular autorizações de criptoativos, fortalecendo governança, mitigando riscos e atraindo investimentos mais estáveis

Foto: Reprodução
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  • O Banco Central do Brasil vai exigir auditorias rigorosas para empresas que operam com criptoativos antes de obter autorização para operar.
  • As auditorias serão feitas por entidades independentes credenciadas pelo BC e vão avaliar governança, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
  • A medida busca aumentar a segurança, a transparência e alinhar o mercado brasileiro aos padrões internacionais.
  • Pode haver impactos para empresas menores, com custos de auditoria mais elevados e maior complexidade regulatória, mas o BC mantém canal de diálogo para orientar o setor.
  • A iniciativa deve complementar projetos como Pix e Open Finance, fortalecendo o ambiente regulatório e incentivando investimentos responsáveis no setor de criptoativos.

O Banco Central do Brasil (BC) anunciou que empresas que atuam com criptoativos precisarão passar por auditorias rigorosas para obter autorização de funcionamento. A medida entrará em vigor em breve e visa aumentar a supervisão, a segurança das operações e a proteção dos investidores.

A nova exigência busca alinhar o mercado brasileiro aos padrões internacionais de transparência. As organizações deverão comprovar governança robusta, controles internos adequados e conformidade com normas de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.

Auditorias serão realizadas por empresas independentes credenciadas pelo BC. Elas avaliarão a segurança de sistemas de custódia, gestão de riscos, proteção de dados dos clientes e a transparência das informações repassadas aos investidores.

Além de reduzir riscos, a medida pode estimular investimentos de longo prazo e favorecer a inovação financeira de forma responsável. O BC vê potencial para fortalecimento do ecossistema de criptoativos no Brasil.

A iniciativa faz parte de uma agenda mais ampla de modernização do sistema financeiro, que inclui Pix e Open Finance. O objetivo é promover inclusão financeira e facilitar a participação de novos players no mercado.

Empresas menores podem enfrentar custos elevados e maior complexidade regulatória. O BC, no entanto, mantém canal aberto para diálogo e oferece orientação técnica para facilitar a adaptação.

Sob o novo regime, espera-se uma redução na assimetria de informações entre empresas e investidores. Isso deve contribuir para decisões de investimento mais transparentes e embasadas.

Em âmbito global, a medida sinaliza o interesse brasileiro em consolidar um ambiente regulatório estável. O BC pretende atrair investimentos, gerar empregos e sustentar o crescimento do setor de ativos digitais.

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