- Governo prorrogou por dois meses o pacote de subsídios aos combustíveis (diesel, gás de cozinha e querosene de aviação) até 31 de julho.
- Medida, anunciada pelo Ministério de Minas e Energia, busca manter abastecimento e evitar altas abruptas de preços diante da alta dos preços internacionais.
- Em abril, o impacto fiscal estimado era de cerca de R$ 10 bilhões, podendo variar conforme os benefícios concedidos e o cenário externo.
- Continuará a ser analisada a necessidade de novas ações, com monitoramento do governo sobre economia e preços internacionais.
- Entidades do setor deram apoio à prorrogação, destacando a importância da estabilidade do mercado e do abastecimento.
O governo federal decidiu prorrogar por dois meses o pacote de subsídios aos combustíveis, diferente para diesel, gás de cozinha e querosene de aviação, mantendo os benefícios até 31 de julho. A medida foi anunciada pelo Ministério de Minas e Energia nesta quarta-feira (30).
A prorrogação ocorreu após avaliação do impacto fiscal e da necessidade de manter o apoio aos consumidores diante da alta dos preços internacionais do petróleo. Em abril, o impacto fiscal estimado desse pacote era de aproximadamente R$ 10 bilhões.
Segundo o ministério, a medida busca garantir o abastecimento e evitar aumentos abruptos nos preços dos combustíveis, contribuindo para a estabilidade econômica e protegendo a população mais vulnerável.
Medidas e continuidade
O pacote, criado em março, tem sido renovado periodicamente. A continuidade futura depende de novas análises sobre o cenário econômico e a evolução dos preços internacionais do petróleo.
Entidades do setor de combustíveis elogiaram a decisão, ressaltando a importância de medidas que assegurem equilíbrio de mercado e abastecimento no país. O governo informou que continuará monitorando a situação.
O governo frisou que avaliará a necessidade de novas ações para manter o abastecimento e a estabilidade dos preços dos combustíveis no Brasil.
Implicações fiscais
O impacto fiscal do pacote foi estimado em cerca de R$ 10 bilhões em abril, podendo variar conforme o volume de benefícios concedidos e as condições do mercado externo.
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